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Em decorrência de mais ataques de piranhas, Praia Nova interditada em SH. Veja como previnir

Placa em praia do Lago de Itaipu no verão de 2022… (AEN)_

A piranha é um dos mais temidos peixes de água doce do mundo e isso se deve à violência de seu ataque, que pode ser realizado em grupo ou individualmente.

Entretanto, apesar da fama de má, ela está longe de ser uma assassina cruel e implacável. Também não é uma devoradora de gente, como muitos imaginam como se fosse realidade a trilogia no cinema.

Como já pode ser constatado na Praia Nova do balneário de Santa Helena, elas podem ferir, até gravemente uma pessoa, principalmente crianças que são mais vulneráveis.

Mais uma vez, preventivamente o local teve que ser trancado para os veranistas. Veja nota oficial e logo depois, na mesma matéria, um pouco mais sobre a temida piranha.

Nota Oficial da Prefeitura de Santa Helena

A Prefeitura de Santa Helena informa que, após o registro de um incidente envolvendo ataque de piranha na Praia Nova, no Balneário Terra das Águas, adotou medidas imediatas de segurança para proteção da população. Como medida cautelar, a Praia Nova foi temporariamente interditada, a fim de garantir a segurança dos banhistas e permitir o acompanhamento técnico da situação pelas equipes responsáveis.

A Administração Municipal ressalta que a Praia Velha permanece aberta ao público, está localizada logo ao lado da área interditada e não possui nenhum registro de ocorrência, sendo considerada segura e constantemente monitorada.

Equipes da prefeitura estão no local orientando os visitantes do balneário, prestando informações, reforçando os cuidados necessários e garantindo o cumprimento das medidas de segurança.

A municipalidade segue acompanhando a situação com responsabilidade, adotando todas as providências necessárias para proporcionar tranquilidade, segurança e bem-estar de moradores e turistas.

A piranha é um dos mais temidos peixes de água doce do mundo e isso se deve à violência de seu ataque, que pode ser realizado em grupo ou individualmente.

Entretanto, apesar da fama de má, ela está longe de ser uma assassina cruel e implacável. Também não é uma devoradora de gente, como muitos imaginam. “

A piranha só ataca quando tem fome. E, ao contrário do que se pensa, ela não sente uma atração incontrolável por sangue.

Os ataques são provocados principalmente por quedas de objetos na água ou movimentações incomuns, que são interpretadas como a presença de um animal ferido ou em dificuldade”, afirma o zoólogo Ivan Sazima, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Elas devoram grandes animais, mas investidas contra humanos são raras



NADANDO COM O INIMIGO

A piranha-pintada ou pirambeba (Serrasalmus spilopleura) recorre a várias estratégias para capturar seu almoço. Uma delas é se “infiltrar” no meio das vítimas. Ela nada calmamente ao lado de peixes como pintados até eles se acostumarem com sua presença. Quando o cardume relaxa, a pirambeba dá o bote!

CAMUFLAGEM SUBMARINA

Algumas espécies preferem caçar sozinhas, como a piranha-catirina (Serrasalmus marginatus). Ela gosta de se esconder antes de atacar. Quando um peixe como um dourado se aproxima da catirina, ela avança de surpresa, dando mordidas nas nadadeiras e nas escamas da vítima

ATAQUE LENDÁRIO

São raros os ataques a banhistas. Em geral, eles acontecem quando alguém se aproxima de pontos de reprodução de espécies como a piranha-pintada (Serrasalmus spilopleura). Mesmo assim, não há casos cientificamente documentados de ataques fatais, apenas relatos populares. Os únicos casos comprovados de humanos devorados por piranhas ocorreram com pessoas que já estavam mortas na água – afogadas, por exemplo.

BOA DE BOCA

Apesar de ter boca pequena, a piranha possui dentes afiados como uma navalha. Sua poderosa mandíbula se projeta para a frente, facilitando o ataque. Quando abocanha sua presa, ela arranca um naco de carne e deixa uma marca em formato de cratera.

BOI DE PIRANHA 1

No Pantanal, quando uma boiada precisa atravessar um rio infestado de piranhas, os peões costumam sacrificar um animal para proteger o resto do rebanho. Eles ferem um boi para atrair as piranhas e atravessam o curso d’água num ponto mais afastado. A piranha-caju ou queixuda (Pygocentrus nattereri) é a responsável pela maior parte desse tipo de ataque na região do Pantanal

BOI DE PIRANHA 2

O ataque é feito em grupo, mas de maneira desordenada. Após dar uma mordida, a piranha se afasta, dando vez a outras companheiras. Esse movimento de morder vorazmente a vítima até desfigurá-la é conhecido como “frenesi alimentar”

Elder Boff com inf. S. Interessante

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