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Região de São Roque perde tempo por caprichos e avareza! Asfalto de Santa Helena a Ramilândia parou

Foto: Geraldo Bubniak/AEN

A empresa que venceu a licitação para fazer o asfalto entre Santa Helena e Ramilândia, PR, tinha um prazo determinado para concluir a obra. Este prazo foi atrapalhado por movimentos de alguns lindeiros que acabaram entrando na justiça para querer ganhar mais dinheiro pelos pedaços que iriam “perder” para a nova rodovia pavimentada.

A ação de poucos com vontade de ganhar muito mais na velha máxima de levar vantagem em tudo, resultou num prejuízo momentâneo para dezenas, centenas ou milhares de pessoas das próprias comunidades envolvidas e dos municípios que são beneficiados com a tão esperada obra.


Até polícia teve que ajudar intervir em determinadas ocasiões (Foto: Correio do Lago)

Além de Santa Helena e Ramilândia, Diamante do Oeste e Missal também são seriamente prejudicados pela paralisação e ainda, toda uma região que veria encurtado o trajeto até a BR 277 ou vice-versa.

A última publicação feita pela imprensa oficial do Governo do Paraná, dava conta em outubro passado (2025), que a nova pavimentação da estrada entre Ramilândia e Santa Helena, na região Oeste, chegava a 76,32% de execução na medição mais recente. A obra é do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), comandada pelo deputado federal dos mais votados da história de Santa Helena, que assumiu a pasta, Sandro Alex.

“A terraplenagem, pavimentação da pista e construção de uma galeria celular já passaram dos 80% e devem ser concluídas em breve”, dizia a nota. Também estão (estariam) em andamento e serão finalizados na sequência os serviços de implantação do sistema de drenagem de águas, sinalização horizontal, sinalização vertical, instalação de dispositivos de segurança viária, além de serviços complementares.


Sandro Alex ladeado por autoridades regionais durante o lançamento da obra em meados de 2024 (Foto: Elder Boff)


O trecho tem 26,23 quilômetros de extensão e com a nova pista, numa obra que aproveita o traçado da antiga estrada na maioria da nova via, que tinha pequenos trechos em calçamento, cascalho, leito natural e asfalto desgastado, todos a serem substituídos pelo novo pavimento asfáltico.

O investimento é de R$ 20.075.135,20, recursos da Itaipu Binacional, por meio de uma parceria entre o Governo do Paraná, governo federal, e a usina hidrelétrica. Quem pagou o projeto foi a Lar Cooperativa.

Pra completar o atraso, em meados de dezembro passado, um dos moradores que mais atrapalhou a obra, demorou para deixar remover postes, trabalho necessário para a continuidade das obras. Mais atraso.

Com apoio de “lideranças” daquela região, o fomento à resistência para a questão das indenizações que foram judicializadas, também ajudou travar a obra, que agora se vê paralisada.

Morador estava impedindo relocação de postes. Outro embaraço em dezembro (Foto: Correio do Lago)

O que vai acontecer

A redação do Fonte Extra entrou em contato com representantes da empresa construtora e com o DER.

A empresa confirmou que aguarda a continuidade da obra a partir de uma prorrogação do contrato vencido. Já por parte do governo, a afirmação é de que houve uma proposta de extensão do contrato, termos não aceitos pela construtora.

Autoridades de Santa Helena, estariam reivindicando uma solução junto à Secretaria de Infraestrutura do Estado do Paraná, para que o tão almejado asfalto seja concluído. A SEIL de Sandro Alex estuda o que fazer.

(Fotos: Geraldo Bubniak/AEN e DER)





Elder Boff com inf. AEN

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