Alô Santi Peña, a colheita de soja é quase perfeita, mas agricultores do Paraguai são penalizados!!!
Num país atraindo cada vez mais empresas brasileiras por causa da Lei de Maquila, uma classe que ajudou a formatar a evolução do país nos últimos tempos, tem sido penalizada e assunto repercutiu no Programa Elder Boff deste sábado pelo Correio do Lago, com retransmissão aqui das mídias sociais do Fonte Extra.
A atul safra de soja, que poderia ser um alento para sanar dívidas e lucrar um pouco, mostra que agricultores da oleaginosa no Paraguai enfrentam um cenário complexo e desafiador na safra 2025/2026, caracterizado por altos custos de produção, preços deprimidos e a pressão contínua com o aumento tributário sobre as exportações, descontado direto, sem nota fiscal ao produtor.

E a Associação de Produtores Agrícolas de São Francisco (APASF) expressa seu profundo descontentamento e condenação à situação enfrentada pelos produtores paraguaios, que afeta diretamente o setor produtivo e, consequentemente, todo o país.
A soja paraguaia é comercializada com base no mercado de Chicago; no entanto, sempre que o preço internacional sobe, os produtores enfrentam penalidades imediatas, que atualmente chegam a descontos de até US$ 70 por tonelada.
Essa situação significa que, quando o preço de mercado sobe, as penalidades também aumentam, limitando os lucros do Paraguai, o que é injustificado e prejudicial para aqueles que sustentam a economia nacional.
Essa prática impacta diretamente a rentabilidade do produtor, desestimula a produção, põe em risco o emprego rural e enfraquece a economia paraguaia, visto que a soja é um dos principais motores econômicos do país.
ASSISTA UM CORTE DA LIVE DO PROGRAMA ELDER BOFF SOBRE O TEMA, LEVADA AO AR NO ÚLTIMO (7) SÁBADO, COM A PARTICIPAÇÃO DE ROBSON AFFONSO, PRESIDENTE DA APASF:
A APASF exige a intervenção imediata das autoridades competentes para:
* Investigar essas distorções na comercialização,
* Garantir transparência e regras claras,
* Defender os produtores nacionais contra abusos que ameaçam a soberania econômica.
Quando o produtor perde, o país perde. Permaneceremos firmes, unidos e levantando nossas vozes em defesa do campo paraguaio.
APASF – Por um Paraguai justo para quem produz

Elder Boff/Fonte Extra







