A inauguração da nova fachada e a justa homenagem do Centro Pastoral Padre Antonino Mantovani, o querido Padre Gringo, já é uma emocionante realidade para a Paróquia Santo Antônio e para todos os moradores de Santa Helena, no Paraná.
O evento aconteceu como um dos grandes momentos marcantes das festividades do padroeiro Santo Antônio, integrando a tradicional Trezena e as movimentadas quermesses da cidade.
A entrega oficial da denominação do espaço celebrou o legado inestimável do Padre Gringo, que esteve à frente da paróquia por quase 11 anos, sendo o grande motor por trás do desenvolvimento da comunidade e da construção das estruturas que hoje acolhem os fiéis.
Essa merecida homenagem eternizou a memória do sacerdote, que em vida já havia recebido a Medalha de Honra ao Mérito do município.
Com a inauguração consolidada da nomenclatura da fachada, o Centro Pastoral reafirma seu papel principal de ser um local de encontro, formação e fortalecimento dos laços entre as famílias santa-helenenses.
Com a Trezena de Santo Antônio iniciada no último dia 1º de junho e seguindo diariamente até o dia 13, a programação festiva entrou agora em uma das etapas mais aguardadas pela comunidade: a tradicional quermesse.
O evento acontece nesta quinta-feira (11) e sexta-feira (12), a partir das 19h, no Centro Pastoral Padre Antonino Mantovani, reunindo gastronomia típica, confraternização e atrações musicais.
No domingo (14) é o dia da grande festa do padroeiro Santo Antônio, precedida da Santa Missa às 9h.
Durante a tarde acontecem o Show de Prêmios, matinê, apresentações musicais com Rodrigo & Mattuto e Banda G Sammer, além do aguardado sorteio da Ação Entre Amigos.

Hoje o dia foi de orações pelo padre Gringo.
Alocado em Medianeira, ficou por mais de 10 anos em Santa Helena, sendo sua estada no município, muito marcante.
Marcante por vários aspectos. Sua rigidez na luta pela prática da santidade e seu coração generoso.
Gringo, Antonino Mantovani, sentiu-se mal em razão de um tratamento quimioterápico e radioterápico.
Não é tão jovem assim e enfraqueceu perante o agressivo tratamento, sendo encaminhado para uma UTI.
Força padre Gringo, a quem, numa de minhas crônicas logo no seu primeiro ano em Santa Helena, o chamei de “pescador de almas”.
Sem medo de ser feliz, sem medo de cara feia, sempre lutou diuturnamente por uma sociedade justa.
Nos seus sermões sempre falava em conversão e que o seu sonho era de ter uma comunidade santa, missão cada vez mais difícil para os líderes religiosos que veem o avanço do materialismo se incrustar no coração de pedra das pessoas.
Ainda, sempre se comportou de maneira extremamente benevolente com os pobres, com quem dividia seu quinhão do soldo de ex-capelão do Exército.
Que Deus olhe pelo seu filho.
Elder Boff (Em 1 de março, cinco dias antes do falecimento),
(Elder Boff/FE)
Colaborou: Nilton Anschau/Movél Móveis








