Acusação aponta motivo fútil, perigo comum e recurso que teria dificultado a defesa da vítima
Em matéria enviada à redação do Fonte Extra, o advogado Luciano Katarinhuk, que atua na assistência de acusação do caso João Ezequiel, encaminhou nota oficial e com atualizações sobre o homicídio ocorrido no dia 28 de junho, em Cascavel.
A acusação destaca que as imagens de segurança da própria casa do réu, o advogado Jean Oliver José Garcia, desmentiram a versão de legítima defesa apresentada.
O Ministério Público denunciou Garcia por homicídio triplamente qualificado — motivo fútil, perigo comum e recurso que dificultou a defesa —, além de disparo e posse ilegal de arma de fogo.

Policial que foi morto após discussão em frente a portão de casa. (Divulgação)
O crime ocorreu após uma discussão fútil iniciada por batidas no portão, resultando em três tiros à queima-roupa contra o policial civil, que tentava conciliar e já havia guardado sua arma no coldre.
A assistência de acusação informou que vai requerer o levantamento do sigilo médio do processo diante do interesse público e se opor a qualquer pedido de prisão domiciliar do réu.
A defesa das irmãs da vítima sustenta que a rápida ação policial impediu a fuga na data do crime e que a alta pena prevista reforça o risco iminente de evasão do acusado.
A Catve procurou a defesa do réu e até o fechamento desta matéria, não havia conseguido posicionamento a respeito.
Acesse a nota oficial da assistência de acusação através do PDF abaixo:
Elder Boff/Fonte Extra







