Advogado, assistente de acusação fala sobre progressos no caso e espera que autor sente logo no banco dos réus
A Justiça marcou para o dia 31 de agosto de 2026, às 13h30, a audiência presencial de instrução e julgamento sobre a morte do policial civil João Ezequiel.
O caso ocorreu no dia 28 de junho de 2026, no bairro Brasmadeira, em Cascavel (PR). O policial civil João Ezequiel Baptista Pereira, de 52 anos, foi morto a tiros após uma discussão em frente à residência do advogado Jean Oliver José Garcia, de 45 anos.
O desentendimento começou quando o policial bateu no portão do imóvel para chamar a esposa; o advogado saiu armado e efetuou os disparos que atingiram a vítima na cabeça. Jean Oliver foi preso em flagrante pela Polícia Militar logo após o crime e indiciado por homicídio qualificado por motivo fútil.
Durante a sessão, o juiz ouvirá sete testemunhas indicadas pela acusação e oito arroladas pela defesa, além de realizar o interrogatório do réu, o advogado Jean Oliver.
A expectativa é que a decisão de pronúncia seja divulgada no mesmo dia, o que pode encaminhar o processo para julgamento no Tribunal do Júri.
Outro desdobramento importante foi a retirada do sigilo médio do processo, atendendo ao pedido feito pela assistência de acusação do caso.
Ao analisar o requerimento, o juiz Marcelo Carneval destacou a transparência dos atos processuais e autorizou a publicização dos autos.
Confira a seguir a declaração em vídeo do advogado Luciano Katarinhuk, assistente de acusação, trazendo os detalhes sobre o andamento do processo:
Elder Boff/Fonte Extra







