Apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) ocuparam a Avenida Paulista, na região central de São Paulo, desde a manhã deste domingo (6/4), para a manifestação convocada pelo ex-presidente em defesa da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes, em Brasília, foram invadidas e depredadas.
Mais de 500 pessoas já foram condenadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por participação nos atos antidemocráticos.

As penas variam de três a 17 anos de prisão. Os crimes pelos quais foram condenados são: tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa e deterioração de patrimônio público.
Uma verdadeira multidão se formou na Avenida Paulista no ápice do movimento a partir das 14h.
Contrassenso
Enquanto pessoas idosas, mulheres, doentes, que jamais teriam cacife para tomar o poder estão sendo consideradas “golpistas” e permanecem na cadeia, nos últimos anos, dezenas de bandidos com B maiúsculo, deixaram as prisões pela porta da frente.
Mais de 30 criminosos ganharam as ruas nos últimos 8 anos. A lista de criminosos tem como base relatórios de inteligência policial, nela estas integrantes do PCC soltos após cumprimento de suas penas, segundo a lei.
A maioria das decisões envolve processos com medidas que não aceita pelos policiais.

Um desses processos ocorreu em outubro de 2020, quando o então ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou soltar o narcotraficante André de Oliveira Macedo (43), o André do Rap, do PCC.
No ano passado, um dos chefes do ‘Clã Mota’, grupo responsável por abastecer o PCC com drogas, cerca de seis meses após ser preso em Ponta Porã (MS), foi solto.
Antônio Joaquim Mota, de 64 anos, foi solto após decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ).
Fonte Extra com inf. Metrópole e Diário do Poder
Fotos: Reprodução







