Hoje, segunda-feira, dia 7 de abril é o Dia Mundial da Saúde e depois de uma lacuna até há uns anos atrás, quando foi perdendo um a um os hospitais, por má gestão administrativa da prefeitura na época e falta de diálogo com a classe médica, Santa Helena viu retomar a atenção especial à saúde, principalmente no que diz respeito ao atendimento hospitalar.
Uma das primeiras preocupações do governo passado que era comandado por Evandro Grade, o Zado, junto com o vice, que é o atual prefeito Dinho Maraskin, foi devolver para as famílias e preponderantemente às mães, a oportunidade e a graça de ver seus filhos nascerem em Santa Helena.

Zado, governador Ratinho e Micheletto em meio à pandemia na busca para consolidar um hospital (Divulgação)
Uma das principais atribuições do Hospital Micheletto desde o início de sua atividade no município em meados de 2021, em plena pandemia do covid, é ligada exatamente ao setor de maternidade, com a ginecologia e obstetrícia.
O pronto socorro e o atendimento geral, já incluindo nas atividades algumas importantes especialidades, firmaram o nosocômio como referência para o cidadão que passou a desfrutar mais uma vez do SUS, através da gestão local.
Com investimento significativo do poder público, o hospital foi muito mais além do que o atendimento pelo Sistema Único de Saúde que é sempre muito deficitário no que se refere às vagas e também à remuneração dada aos profissionais do setor.

Hospital Micheletto (Redes sociais)
Escuta e ação necessárias
Mulheres e famílias em todos os lugares, carecem de escuta e de cuidados de alta qualidade. Elas precisam ser apoiadas física e emocionalmente, antes, durante e depois do parto. Isso também fez parte do processo de retomada da saúde local, quando foi lançado o programa Humaniza Santa Helena, sob a gestão do então secretário Dilson Dill.
Os sistemas de saúde devem evoluir para gerenciar os diversos problemas de saúde que afetam a saúde materna e do recém-nascido. Esses problemas incluem não apenas complicações obstétricas diretas, mas também problemas de saúde mental, doenças não transmissíveis e planejamento familiar.

Ex-prefeito Zado, deputado Federal, atual secretário de infraestrutura, Sandro Alex e atual prefeito Dinho, na busca pela Santa Casa em Curitiba (Foto divulgação)
Santa Casa
Outro passo importante para a questão do atendimento hospital de Santa Helena, foi a chegada da Santa Casa, instituição que é referência em saúde pública no Paraná e no Brasil.
Ainda sob a gestão passada, a Santa Casa foi planejada, abriu suas portas e está sendo consolidada também com o aporte necessário por parte da municipalidade com olhar atento do atual gestor local, prefeito Clademar Maraskin o Dinho e o secretário de Saúde, Daniel Remonti.

Veículo da prefeitura de Entre Rios do Oeste próximo à Santa Casa (E. Boff/FE)
A instituição está ampliando cada vez mais a oferta de especialidades e ajuda a consolidar o município como referência microrregional na saúde. Hoje já é possível avistar carros de outras prefeituras da região, estacionados em frente à Santa Casa de Santa Helena.

Santa Casa Santa Helena (Divulgação)
Atenção primária
Raros municípios do Brasil aproveitam tão bem os recursos para deixar a atenção primária à saúde, próximo da excelência.
Fazendo jus ao orçamento diferenciado, a estrutura é marcada por postos de saúde espalhados na cidade, centro e bairros, além dos distritos.
Per capita, Santa Helena é um dos locais que mais tem médicos contratados, levando-se em conta a proporcionalidade habitacional.

Farmácia Básica mudou para a Rua Ângelo Cattani no prédio da Saúde (Assessoria)
No âmbito global, é sempre bom lembrar, os números ainda mostram que cerca de 300 mil mulheres a cada ano perdem a vida por causas relacionadas à gravidez ou ao parto, e mais de 2 milhões de bebês morrem no primeiro mês de vida e milhões nascem mortos.
Esses dados compõem o alerta da campanha da Organização Mundial de Saúde (OMS) deste ano para marcar o Dia Mundial da Saúde – 7 de abril.
A data dá início a uma atividade global de conscientização sobre saúde materna e neonatal.
No Brasil
A mortalidade materna é um indicador crítico que reflete a qualidade da assistência e o acesso aos serviços de saúde.
No Brasil, em números absolutos, em 2021, no contexto da pandemia de covid-19, a quantidade de mortes aumentou para 3.030, o que representou um incremento de 74% em comparação a 2014, quando houve 1.739 mortes, segundo dados da Plataforma Integrada de Vigilância em Saúde (IVIS).

Dar um fim às mortes de mães e bebês
A mobilização da OMS, intitulada Inícios saudáveis, futuros esperançosos, cobra dos governos e das autoridades sanitárias a intensificação de seus esforços para acabar com as mortes maternas e neonatais, além de priorizar a saúde e o bem-estar de longo prazo das mulheres.
Além disso, a OMS e seus parceiros compartilharão informações úteis para apoiar gestações e partos saudáveis, bem como melhor saúde pós-natal.
Fonte Extra







