No dia 15 de junho, há exatamente um mês, foi descoberto o corpo de Lucineia Gomes Ribeiro de apenas 42 anos, semienterrado numa propriedade próxima da residência da própria vítima em Mbaracayú, Alto Paraná, Paraguai.
No corpo, havia sinais de muita violência extrema, maxilar quebrado, tiro na nuca e ainda, foi jogado produto químico, espécie de ácido, para tentar decompô-la mais rapidamente. Uma brutalidade sem tamanho.
Em contato com a Comissaria de Mbaracayú, o comissário Lucas Baez disse que a investigação está a cargo da “Fiscalia”, através do comando do promotor Fidel Godoy.
O promotor atendeu a reportagem do Fonte Extra e afirmou que diversas diligências foram realizadas até o momento, cujos resultados sugerem a necessidade de novas investigações para complementá-las.
A investigação continua em andamento; assim que todas as informações forem compiladas, ele poderá fornecer detalhes.

Família em Santa Helena, a espera de novidades e justiça pela morte de Lucineia (foto: Elder Boff)
Segundo Fidel Godoy, seria interessante as pessoas colaborarem com a justiça, inclusive os parentes do Brasil, pois toda e qualquer informação que possa ajudar, será bem vinda e mantida sob anonimato.
Segundo o que foi publicado anteriormente, cujo link da reportagem está abaixo, há três linhas de investigação, dentre as quais, esta que está sendo levada a efeito, cujo teor não foi divulgado ainda.
De acordo com familiares no Brasil, eles estão sentidos por não terem tido mais contato com o viúvo e os filhos da falecida. “Ninguém ligou e não atendem nossas ligações”, disse uma irmã de Lucineia.


Momentos em que o corpo era retirado de onde havia sido semienterrado (foto: Silvano Amorim/Bombeiros San Alberto- Py)
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