A LDO foi enviada pela Administração Municipal para a Câmara de Vereadores, cumprindo o protocolo, o que é realizado anualmente.
Sempre, mais ou menos nesta época, o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias, preparatória para a LOA que é votada mais ao final do ano, é entregue ao Poder Legislativo para sua votação.
Porém o executivo enviou um outro Projeto de Lei, alterando emendas que haviam sido aprovadas pelos vereadores.
Sobre as emendas, a base do governo tomou ciência das consequências e acabou acatando a solicitação do prefeito.


(Fotos arquivo e divulgação)
A oposição, principalmente a vereadora Márcia, esqueceu que o marido Jucerlei Sotoriva foi prefeito e que não teve nenhum entrave para administrar, sendo que também usufruiu de 15% de autonomia.
Outra coisa equivocada que foi dito pela edil foi em relação à suplementações orçamentárias que nunca havia sido negadas… Não só foram negadas, como foi no tempo em que Jucerlei era vereador e se preparava para ser prefeito. Foi no tempo da Rita Schmidt.
O mesmo aconteceu com o período de Airton Copatti, que foi o prefeito da vereadora Sandra Soethe.
A emenda apresentada por elas não traria nenhum benefício a população, apenas entraves para a execução do orçamento.
Na tabela que mostra a mesma situação de percentuais de anos anteriores, observa-se total desconhecimento de causa da vereadora Marcia Sotoriva, que mesmo orientada, provavelmente pelo marido, acabou cometendo equívocos na argumentação.
(Publicada em 23/08, última atualização em 25/08)
Comparativo entre as LDOs de mandatos anteriores
| ANO | EXERCICIO | LEI N° | PERCENTUAL | PREFEITO |
| 2013 | 2014 | 2.265/2013 | 15% | JUCE |
| 2017 | 2018 | 2.547/2017 | 15% | COPATTI |
| 2020 | 2021 | 2.814/2020 | 15% | ZADO |
| 2025 | 2026 | 3.329/2025 | DINHO |
O FE solicitou via Juce por WhatsApp a versão da vereadora a respeito e aguarda a resposta.
Fonte Extra







