Será destaque no próximo sábado (30) no Programa Elder Boff, às 10h da manhã, uma entrevista para explicar como funciona o novo método de controle da dengue, zika e chikungunya, provocadas pelo mosquito Aedes aegypti.
Ane Mirian Kaul, coordenadora da equipe de campo de endemias da Secretaria de Saúde da prefeitura de Santa Helena, que tem à frente, Daniel Remonti, é a entrevistada que vai esclarecer a nova metodologia determinada pelo Ministério da Saúde e que substitui o Lira.
O trabalho é feito com a instalação de armadilhas chamadas ovitrampas em residências e outros locais, com uma distância de mais ou menos 300 metros cada.

Agente de endemias segura um dos dispositivos (Fonte Extra)
A ação que substitui o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti, utiliza pequenos potes com uma paleta onde o mosquito deposita seus ovos. As ovitrampas são colocadas para monitorar a presença do Aedes e, com base nas informações coletadas, intensificar o trabalho das equipes nos locais mais afetados.
As equipes de Endemias, já instalaram ovitrampas em residências e estabelecimentos comerciais em vários locais e após cinco dias, os agentes de vigilância ambiental retornam ao local das armadilhas, retiram a paleta, lavam os recipientes e inserem uma nova paleta. O material colhido é levado para o laboratório, onde é realizada a contagem do número de ovos.
Acompanhe no próximo sábado às 10h, a entrevista completa sobre o assunto através do Facebook do Correio do Lago e Fonte Extra.

As ovitrampas coletam ovos do mosquito transmissor da dengue e também são relevantes para monitoramento. (Imagem: SES-DF)
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