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Quatro meses depois, execução da brasileira Lucineia no Paraguai ainda é mistério

Momento da retirada do corpo pelos bombeiros de São Alberto (foto: Silvano Amorim/K7)

Passados mais de quatro meses de seu desaparecimento e quase o mesmo tempo desde que o corpo foi encontrado numa vala rasa nos fundos da propriedade da família em Mbaracayú, município paraguaio na fronteira com o Brasil, o caso Lucineia Gomez Ribeiro ainda é um mistério.

Meses se passam, mas o ou os responsáveis pelo crime hediondo continuam livres.

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Lucineia, 42 anos. Um crime hediondo que ainda não foi nada esclarecido (mídias sociais)


A vítima foi encontrada sem vida após aproximadamente 15 dias relatada informalmente como desaparecida em Mbaracayu. O caso só foi comunicado à polícia paraguaia pelo marido, no dia 14 de junho, duas semanas depois de desaparecida e um dia antes do corpo ser encontrado.

Os outros familiares de Lucinéia estão indignados com a demora no esclarecimento da sua morte e clamam pela resolução do caso.

Na semana que passou, a sua irmã que reside em Quedas do Iguaçu, bem como o seu marido, esteve em Santa Helena na casa da mãe dela, que convalesce na cama em razão de um AVC que sofreu no ano passado e mantiveram contato com a reportagem do Fonte Extra, manifestando a sua indignação com a demora demasiada para que seja esclarecido este brutal assassinato.

Na ânsia de resolver o caso e ter uma ponte mais forte para cobrar das autoridades, foi contratado pela família um advogado de Santa Rita, que a princípio, não conseguiu nenhuma novidade a respeito.

Ainda querendo que o assunto não morra, como morreu Lucineia, a família, desesperada contratou um segundo advogado, desta vez da região e espera que este vá em busca de informações junto à fiscalia (promotoria), polícia ou justiça.

Para que o caso caminhe na direção de um esclarecimento, a família acredita que precisa entrar na história o Itamarati, para que através das relações internacionais com o Paraguai, seja dada mais celeridade ao caso, para que não fique enterrado, como o corpo da jovem mulher encontrada há quase  quatro meses, com visíveis sinais de tortura, depois de pelo menos uns 7 dias de cativeiro.

Ministério Público ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso (divulgação)



Fonte Extra

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