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Crime na fronteira chocou população paraguaia. Corpos de mulher e enteada mortas por policial, são levados a Assunção

O suboficial Aníbal López Martínez foi preso na quarta-feira à noite após confessar ter matado sua esposa e sua filha de 15 anos. (Foto: Cortesia da Polícia Nacional).

Anibal Lopez Martinez , um suboficial membro do Departamento de Operações Táticas (GEO) de Alto Paraná confessou a uma irmã, ter matado sua mulher e a filha dele na noite passada em Presidente Franco, município colodado a Cidade do Leste na divisa com Foz do Iguaçu.

Os corpos de Carolina Coronel Fernandez de 39 anos e a filha Deisy Jasmin Lopez Brreto, de 15 anos foram levados no início da madrugada desta quinta-feira (18) para o necrotério judicial de Assunção para autópsias por ordem do promotor Édgar Delgado, responsável pela investigação através do  Ministério Público.

Logo após a tragédia, compareceram parentes na casa em Franco, dentre estes o pai da mulher que não era mãe biológica da moça de 15 anos morta, filha biológica do policial que teria cometido o crime e que foi preso na casa de uma irmã em Minga Guaçu, para onde fugiu depois do ocorrido.

A mulher teria levado muitos tiros e estava na sala da casa, enquanto que a filha do atirador, levou dois tiros, também fatais.

Junto com o policial preso, foram apreendidas uma pistola calibre 9 mm, um carro sem placa e dois celulares. O suboficial Anibal Lopez Martinez, estava fora de horário de serviço.

Autoridades investigam os motivos que levaram a tal barbárie

O delegado Feliciano Ferreira, diretor da Polícia Militar de Alto Paraná, confirmou à rádio Monumental 1080 AM que a mulher foi baleada 12 vezes e a adolescente recebeu dois tiros, ambos de pistola Glock 9mm.

Após cometer o duplo homicídio, o policial foi até a casa do cunhado em Minga Guazú e relatou o ocorrido. A família comunicou o fato à polícia, que chegou ao local e prendeu o suspeito.

O suboficial López Martínez contou aos seus companheiros que o incidente ocorreu em meio a uma discussão com seu parceiro. Ele admitiu que sua intenção era atirar na mulher, e não na filha dela, que havia entrado na linha de tiro.

Pai da mulher assassinada (de boné) sendo confortado na frente da casa (Reprodução vt La Clave)


“Calmo, organizado e responsável”

O policial era conhecido como uma pessoa calma, organizada e responsável em seu trabalho.

“Seus superiores disseram que ele estava sempre barbeado, cuidava de seu uniforme e cumpria com suas funções”, acrescentou o comissário Martínez.

Após sua prisão, o suspeito confessou aos seus superiores que lamentava o ocorrido e que enfrentaria as consequências de seus atos.


Leia também:

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Fonte Extra com inf. Última Hora

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