O caso envolvendo as vítimas do rompimento da barragem de Mariana (MG) ganha novos contornos à medida que a justiça inglesa prepara seu veredito, ainda este mês.
O afastamento de Tom Goodhead do escritório de advocacia Pogust Goodhead, que cuida dessa ação de Mariana no Reino Unido, deixou de sobreaviso as vítimas e prefeituras que aderiram ao processo, abrindo mão do Programa de Indenização Definitiva no Brasil, que lhes garantiria a maior indenização da História.
Pesou também a recente rejeição, por um tribunal holandês, de todas as alegações de uma ação coletiva também conduzida pelo PG.
Os autores buscavam indenização por supostos danos à saúde pelas indústrias Hydro e Norsk Hydro ASA. no município de Barcarena.

(Ag. Brasil)
A tragédia
O Desastre de Mariana foi o rompimento da Barragem do Fundão, da mineradora Samarco, em Mariana (MG), no dia 5 de novembro de 2015, que resultou em 19 mortes, o deslocamento de 600 famílias e a contaminação do rio Doce pela lama de rejeitos de minério.
Considerado o maior crime ambiental do Brasil, o desastre destruiu comunidades, afetou milhares de pessoas e causou danos socioambientais duradouros, cujos impactos chegam ao Oceano Atlântico
Fonte Extra com inf. Diário do Poder







