Pago com dinheiro público, Museu da República expõe obras criticando Bolsonaro e seu governo. Narrativa mentirosa sobre a culpabilidade do ex-presidente em mortes do coronavírus é compartilhada por radicais canhotos pelo Brasil afora.
Essa exposição, intitulada “Crônicas e Uma Barbárie”, gerou polêmica e críticas por parte de apoiadores do ex-presidente e veículos de imprensa independentes, que a consideraram “anti-Bolsonaro” e a acusaram de fazer “demonização” da Polícia Militar e críticas a Israel.
Conforme a Revista Oeste, a exposição, está disposta no Palácio do Catete, que foi a sede da Presidência da República entre 1897 e 1960, quando a capital federal era o Rio de Janeiro.
As peças em exposição foram desenhadas pelo cartunista Latuff, cuja carreira se concentra em desenhos para sindicatos e movimentos esquerdistas.

Narrativa canhota
Nitidamente, o foco é no ex-presidente e nelas o cartunista culpa Bolsonaro pelas 700 mil mortes atribuídas ao coronavírus e acusa Bolsonaro de ter impedido a vacinação.
O mais grave, em quase todas as ilustrações com referência a Jair Bolsonaro, há acusação de relação com o nazismo.
De acordo com o portal Our World In Data, mantido pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, o Brasil registrou menos mortes do que os EUA, Rússia, México, Itália e outros países europeus na métrica de óbitos a cada 100 mil habitantes.
O Brasil, foi o quinto país do mundo em velocidade de vacinação em massa, segundo dados da OMS.
Contra a policia
Além das charges do esquerdopata comunista focadas em Bolsonaro, a exposição no Palácio do Catete também tem peças que classificam a Polícia Militar como inimiga dos moradores de favelas e assassina de pessoas negras.
Não há nenhuma referência à atuação de facções criminosas nas obras do tal artista. Ainda na “bela” exposição, “a morte da democracia”, em referência ao impeachment de Dilma Rousseff.

Veneno de sobra na raiva exposta de Latuff (reprodução Revista Oeste)
Fonte Extra com Revista Oeste







