Senador acusa ato do governo Lula de ‘cortina de fumaça’ contra destruição da economia e contrato milionário da mulher de ministro do STF
Enquanto os holofotes ficam fixos em um só ponto, escândalos como a fraude bilionária do Banco Master, a crise profunda dos Correios, a CPMI do INSS sendo esquecida e até o fracasso climático da COP 30 vão sendo colocados de lado, como se não existissem.
Quando a sociedade olha apenas para um assunto, perde a visão do conjunto e é exatamente aí que problemas graves se escondem.
Por isso precisamos manter atenção plena, questionar, cobrar respostas e não aceitar narrativas que tentam limitar o debate.
Informação completa é poder. Atenção seletiva é o terreno perfeito para que os verdadeiros problemas passem em silêncio. (Sofia Andrade, vereadora de Porto Velho, ex-deputada federal)

(Sofia Andrade, PL de Rondônia)
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), acusou o Partido dos Trabalhadores (PT) e a esquerda de transformar em “cortina de fumaça” o ato de hoje sobre os três anos dos ataques de 8 de Janeiro. O objetivo seria encobrir blindagens do Supremo Tribunal Federal (STF) a investigados na CPMI do INSS, o roubo bilionário a aposentados, e a apuração da Polícia Federal sobre a suspeita de repasse milionário e mesada para o filho do presidente Lula (PT), o Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, no esquema na Previdência.
O senador potiguar também denunciou que uma falsa narrativa foi criada pelos petistas para ofuscar a “destruição da economia, e o contrato milionário da mulher de ministro do STF”. Uma referência clara ao contrato de R$ 129 milhões do escritório de advocacia da esposa do ministro Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, com o Banco Master. A instituição bancária foi liquidada, em novembro, após o Banco Central identificar fraudes de R$ 12 bilhões e a Polícia Federal prender o dono do Master, Daniel Vorcaro.
“O 8 de janeiro virou a maior cortina de fumaça do PT e da esquerda. Fabricam uma falsa narrativa para encobrir blindagens na CPMI do INSS, o roubo aos aposentados, a mesada do Lulinha, a destruição da economia, e o contrato milionário da mulher de ministro do STF. Usam o medo para tentar calar a verdade e perseguir adversários. Mas a farsa está ruindo, e o povo vai cobrar nas urnas!”, escreveu Marinho, na rede social X.
Junto com uma mensagem, Marinho publica um vídeo que acusa a esquerda de tentar eternizar a data como “tentativa de golpe”. Enquanto trata o caso como “baderna, sem líderes, sem armas, com idosos e bíblias”.
O ato convocado por Lula tem sido tratado como evento político para reforçar o discurso eleitoral pela reeleição do petista. E tem como mote a destruição das sedes dos Três Poderes, em 8 de Janeiro de 2023, em Brasília. O ataque no protesto violento ajudou a levar à prisão o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado com centenas de apoiadores por acusações de crimes em “trama golpista” contra a eleição do presidente Lula.
Veja a publicação do senador:

Senador Rogerio Marinho (PL-RN) lidera a oposição ao presidente Lula no Senado. (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
Davi Soares/Diário do Poder







