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Desavergonhada: O salário de desembargadora que citou ‘escravidão’ ao criticar corte de penduricalhos

Em março caiu 92 mil na continha da doutora. (Imagem: TJPA/ Casa Cranig)

A desembargadora Eva do Amaral Coelho, do Tribunal de Justiça do Pará, usou uma sessão da Corte para “desabafar” sobre o corte dos penduricalhos determinado pelo Supremo Tribunal Federal.

Na ocasião, no dia 9 de abril, ela afirmou: “Daqui a pouco a gente vai estar no rol daqueles funcionários que trabalham em regime de escravidão”.

Em março, o STF decidiu que os penduricalhos do Poder Judiciário se limitarão a 70% do salário dos servidores.

Essa regra ficará em vigor até que o Congresso estabeleça um limite por meio de uma legislação.

Na sessão do TJPA, Eva afirmou que juízes e desembargadores fazem “enormes horas extras, sacrificando fim de semana” e que “daqui a algum tempo não vai dar nem para pagar nossas contas”.

Em março, a desembargadora recebeu salário líquido de 91.211,82 reais.





Revista Veja

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