A desconsideração da fornecedora de energia elétrica para a região Extremo Oeste do Paraná é latente e vista a olhos nus. Se for de dia… À noite, poderá haver a necessidade de velas.
Nos últimos tempos, manchetes e mais manchetes dão conta da falta de luz em vários pontos do interior, bairros e chácaras de Santa Helena e de outros municípios da região.
Trecho da Live do JCL
(Quem mais sofre com a falta de energia é o setor que mais contribui para a riqueza do Paraná. O agronegócio, principalmente aquele que produz proteína animal, está vivendo momentos de tensão e total insegurança.
Seguem notícias, todas com link para o Correio do Lago:
27 de janeiro:
Rompimento de cabo de alta tensão provoca incêndio em propriedade rural de Santa Helena
6 de fevereiro:
Desabafo do leitor: prezados responsáveis pela Copel Distribuidora de Energia
Distritos de Santa Helena enfrentam interrupção no fornecimento de energia elétrica
9 de fevereiro
Cabos de energia rompidos deixam interior de Santa Helena sem fornecimento elétrico
10 de fevereiro
11 de fevereiro
COPEL off-line: desta vez, o distrito afetado é São Clemente e a previsão é desanimadora
12 de fevereiro
15 de fevereiro (domingo)
16 de fevereiro (segunda)

Avicultor Ildomar Pumes Machado: “Show de horrores”; “Interrupções ocorrem mesmo sem tempestades ou ventos fortes. No registro mais recente, o céu estava limpo quando a energia caiu em diversas localidades, entre elas Esquina Céu Azul, Moreninha, Pacuri e São Roque.”
Abaixo, um print de notícias de domingo pra cá….


A instabilidade no fornecimento de energia elétrica causou danos irreparáveis à produção de tilápias em uma propriedade rural de Linha Morenão, no distrito de Moreninha, interior de Santa Helena. (Foto: Correio do Lago)
A Copel é uma sociedade por ações de capital aberto com estrutura pulverizada, onde o BNDESPAR (22,08%), Governo do Estado do Paraná (15,98% a 17,9%), BlackRock (4,07%) e LSV Asset Management (2,83%).
Governo do Paraná e Governo Federal (BNDESPAR), juntos formam a maioria dos acionistas e assim sendo, estes deve ter poder de fogo para fazer a Copel funcionar de verdade.
A empresa opera com regras de corporação, visando eficiência de mercado, sendo a maior empresa do Paraná.
O processo de privatização transformou a estatal em uma companhia com capital pulverizado na bolsa, visando a redução da influência política na gestão.
A Copel diz que busca eficiência de mercado (o que parece uma piada para a região) e diante de tudo isso, aguarda-se de uma vez por todas, posições mais veementes por parte das entidades representativas da região como AMOP, ACAMOP, CACIOPAR, POD e outras, que exerçam pressão sistemática e contínua, para que uma das coisas mais básicas passe a funcionar de forma constante: o fornecimento de energia elétrica de qualidade!
Elder Boff/Fonte Extra com inf. Correio do Lago







