A ausência de Alexandre Curi e principalmente Rafael Greca em evento em Foz do Iguaçu, adiou a possibilidade de aliança com o partido do governador e por enquanto, o ex-prefeito de Curitiba continua como dizia estar: candidato ao Iguaçu.
Com o prazo limite das convenções partidárias se aproximando rapidamente, a cúpula governista corre contra o tempo em reuniões de emergência para conter a tensão e evitar defecções de última hora.
O esvaziamento do ato, com presença dos mesmos da plêiade governista, evidenciou o clima de desconforto na comitiva palaciana e expôs divergências profundas na costura das alianças estaduais.
Diante do impasse, reuniões de emergência foram convocadas entre o Palácio Iguaçu e a cúpula do MDB para conter o desgaste e alinhar os ponteiros. O tempo urge para o grupo governista, que tenta desesperadamente recompor a base e selar um acordo antes do início das convenções partidárias.
Nas redes sociais, o governador buscou adotar um tom de otimismo e normalidade para suavizar o impacto do episódio diante do eleitorado. No entanto, os bastidores políticos permanecem em ritmo de extrema tensão, com articulações intensas acontecendo a portas fechadas.
A aproximação das datas limite para o registro oficial das coligações coloca ainda mais pressão sobre as lideranças e paralisa os canais de comunicação. O temor por reviravoltas de última hora domina os corredores do Executivo paranaense nesta reta final de negociações.
O MDB tem convenção domingo, dia 2. O fechamento das atas é no dia 5. Se Greca for confirmado, três dias restarão até a fatídica quarta que vem para tentar demovê-lo de uma ideia fixa dele mesmo: “Não serei vice do Moro, do Sandro Alex e nem do Requiãzinho”.
Elder Boff /FE com inf. Esmael Morais







