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Jovem que não parou em barreira policial no PY já foi assaltado por agentes de investigações de Alto Paraná

(Reprodução imagens internas da camionete)

Um motorista e sua companheira atravessaram um momento de terror ao escapar de uma suposta barreira policial na rota PY02 na fronteira entre a cidade de Caaguazu e Alto Paraná na noite de domingo (8). Os agentes eram do Departamento de Investigações de Campo 9, que apontaram uma arma longa durante a ocasião

De acordo com as imagens registradas pela câmera de segurança da camionete, três homens armados vestidos com camisetas semelhantes às usadas por agentes do Departamento de Investigação Criminal tentaram atacar o veículo como se fosse uma barreira policial.

Na ausência de carros caracterizados e como os sujeitos agiam, o motorista suspeitou que se tratava de policiais falsos e temeu ser vítima de assalto.

O pavor das falsas blitz e aquelas não autorizadas no Paraguai (vídeo)

A vítima, identificada como Saul Santacruz Sanabria, já havia sido assaltada em março de 2025 por agentes de Investigações de Alto Paraná, fato que foi denunciado e até registrado em câmeras de circuito fechado. Naquela ocasião, ele foi raptado por 12 milhões de guaranis, mais ou menos 9 mil reais à época.

Após concretizar o golpe, os autores fugiram a bordo de um veículo da marca Kia, modelo Sportage, que pertence ao escritório regional de Investigações de Yguazu, segundo confirmou a vítima ao fazer a denúncia.

No domingo, decidiu fugir por se tratar de uma barreira que não preenchia os requisitos exigidos, uma vez que era um lugar escuro e imaginou que poderia ter sido um acidente até perceber as pessoas com armas e resolver fugir.

O comissário César Silguero afirmou que os controlos devem ser montados em zonas visíveis e seguras, com cinco a oito oficiais que devem estar na barreira, além de comunicar ao Ministério Público, assim como o protocolo exige uma patrulha identificada com os cones correspondentes.

Entre várias contradições, a Polícia Nacional apontou que estavam realizando trabalhos preventivos para o roubo de medicamentos, mais tarde mencionaram que receberam informações de Alto Paraná de que a placa da camionete pertencia a uma pessoa com antecedentes criminais. Nada colou.








Elder Boff/Fonte Extra com inf. C. S. Rita de Notícias

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