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Leiloada casa onde foi encontrada morta a filha de ex-presidente do PY. Curitiba deu nome de rua a ela

O corpo da mulher foi encontrado cinco meses depois, numa cova escavada na casa agora leiloada, na cidade Ñenby, depois da família pagar 300 mil dólares (Andres Cristaldo/EPA)

A Secretaria Nacional de Administração de Bens Apreendidos e Confiscados do Paraguai, a Senabico, leiloou nesta terça-feira (29), a casa onde foi encontrada morta em 2005, Cecilia Cubas, filha do ex-presidente daquele país, Raúl Cubas Grau, segundo informou o ABC Color.

Na época o sentimento de tristeza popular no Paraguai foi muito grande e milhares de pessoas compareceram aos atos fúnebres dela, principalmente em razão do desespero de familiares e amigos, pela grande demora em encontra-la, até então, sem saber se estava viva ou não.

Outra grande covardia dos bandidos, foi cobrar o resgate, insistindo em querer um milhão de dólares. No fim, foi negociado por 300 mil dólares, o que equivale a cerca de um milhão e 700 mil reais na atualidade.

O corpo da mulher foi encontrado cinco meses depois, numa cova escavada na casa agora leiloada, na cidade Ñenby, depois da família pagar 300 mil dólares (Imagem ABC Color)

A demora do sequestro até encontrar o corpo

Cecilia Cubas tinha 31 anos quando foi sequestrada em 21 de setembro de 2004 perto da sua residência em San Lorenzo, município próximo de Assunção, por um grupo armado que disparou sobre o seu veículo.

O corpo da mulher foi encontrado cinco meses depois numa cova escavada numa casa na cidade de Ñemby, depois de a sua família pagar o resgate.

Por que Cecilia virou nome de rua em Curitiba?

Cecília Cubas, filha do ex-presidente do Paraguai, Raul Cubas, brutalmente assassinada por sequestradores, e que residiu em Curitiba, onde concluiu seus estudos, foi homenageada pela Câmara Municipal em 2005.

Inclusive, o então primeiro vice-presidente da Casa, Jair Cézar (PTB), indicou se nome para um logradouro público.

As ligações históricas, políticas e culturais da família Cubas em relação a Curitiba justificam a escolha do nome de Cecília Cubas, 31 anos, encontrada morta de forma muito cruel, a 15 quilômetros ao sul de Assunção, afirmou na época, Cézar na defesa do projeto que indicava o nome da filha do ex-presidente paraguaio para uma rua da cidade, o que foi feito depois.

Publicação do maior jornal paraguaio o ABC Color em 17 de setembro de 2005

Principais acusados eram de extrema esquerda

Um tribunal paraguaio condenou em 1 de dezembro de 2006, a penas de até 35 anos de prisão os dois principais responsáveis pelo sequestro e assassinato de Cecilia Cubas, filha do ex-presidente Raúl Cubas (1998-99).

O tribunal condenou a 25 anos de prisão, a máxima pelo Código Penal paraguaio, Osmar Martínez, ex-secretário-geral do Partido Pátria Livre (PPL, de extrema esquerda) e líder do grupo, assim como Anastasio Mieres, mais uma pena de 10 anos para cada um como “medida de segurança”.

Francisca Andino, uma ex-freira, foi condenada a 22 anos mais um castigo adicional de oito anos, já que tornava-se necessária uma ação preventiva devido a periculosidade dos condenados.

O PPL, acabou virando o EPP, Exército do Povo Paraguaio, responsável por inúmeros sequestros naquele país.

Fonte Extra com inf. EFE

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