Um círculo perfeito e misterioso, descoberto no meio de uma plantação de milho no distrito de Moreninha, interior de Santa Helena, PR, virou o principal assunto da região nos últimos dias. O fenômeno, conhecido por agroglifo, tem despertado a curiosidade de moradores e ufólogos amadores.
A equipe de reportagem do Jornal Correio do Lago foi até a propriedade após receber relatos sobre a formação incomum. Com mais de 20 metros de diâmetro, o círculo apresenta uma característica que intriga a comunidade: os pés de milho estão perfeitamente deitados, sem nenhum sinal aparente de quebra ou destruição mecânica.
Luzes e zumbidos no céu
Moradores da localidade, que preferiram manter o anonimato, relataram que o agroglifo surgiu há cerca de uma semana. Segundo eles, o mistério vai além das plantas amassadas: luzes estranhas e barulhos inexplicáveis têm rondado a região.
“Faz tempo que a gente vê essas luzes mais distantes, mas, de uma semana pra cá, parece que elas estão mais perto. A gente vê e escuta uns zumbidos também”, revelou um dos moradores.
Anteriormente, alguns vídeos dessas luzes chegaram a viralizar nas redes sociais, mas internautas sugeriram que poderiam ser apenas tratores ou colheitadeiras trabalhando à noite. O morador, no entanto, rebate a teoria:
“O pessoal falou que era um trator, mas trator não voa e não fica flutuando em cima do milho”.

Local de difícil acesso
O caso ganhou força justamente pelo isolamento da área. O círculo foi feito em um ponto estratégico e afastado, a cerca de 600 metros da estrada mais próxima, o que impediu que fosse visto de imediato. Relatos semelhantes de marcas em plantações também estariam surgindo em outras regiões do Paraná.
Até o momento, não há nenhuma explicação oficial ou confirmação científica sobre o que teria causado a formação no milharal. Entre o ceticismo e a crença em fenômenos extraterrestres, o “agroglifo” de Santa Helena segue cercado de mistério.

Agroglifo avistado em Ipuaçu em 3 de novembro de 2025 – Ismael Nunes da Silva/Divulgação Prefeitura de Ipuaçu

Agroglifo em cidade catarinense. (Divulgação)
Com inf. Correio do Lago








