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Pastoral da Sobriedade: quando a fé enfrenta o caos e o Evangelho restaura vidas

Pastoral da Sobriedade: quando a fé enfrenta o caos e o Evangelho restaura vidasO Brasil vive uma crise que vai muito além da dependência química. O que se espalha diante de nossos olhos é uma crise espiritual, moral e civilizatória. Drogas, álcool, medicamentos e compulsões são apenas sintomas visíveis de um mal mais profundo: a perda de sentido da vida, da verdade e do bem.Foi nesse cenário que nasceu a Pastoral da Sobriedade, no início dos anos 2000, inspirada na metodologia dos Doze Passos e sustentada pela fé cristã. Seu surgimento não foi ideológico, nem assistencialista, mas pastoral e profundamente evangélico: recuperar o ser humano por inteiro — corpo, mente, relações e espírito.A Palavra já alertava:> “O meu povo perece por falta de conhecimento.” (Oséias 4,6)Onde a verdade é abandonada, o vício encontra morada.Hoje, essa missão também está presente em Santa Helena, com encontros semanais às 19h30, no Centro Pastoral Católico. Um espaço simples, mas onde se trava uma das batalhas mais urgentes do nosso tempo: a luta pela sobriedade e pela dignidade humana.Quando o errado vira normalA dependência não nasce no vazio. Ela é fruto de um ambiente que normalizou o errado, relativizou o ilícito e ridicularizou qualquer referência moral sólida.Vivemos dias em que o excesso virou virtude, a irresponsabilidade virou direito e a correção virou opressão. O que antes envergonhava, hoje é exibido. O que antes protegia, hoje é combatido. A família, base da formação humana, foi enfraquecida. A autoridade, desacreditada. O sofrimento, silenciado com substâncias.A Escritura descreve com precisão este tempo:> “Cada um fazia o que achava certo aos seus próprios olhos.” (Juízes 21,25)Esse é o terreno fértil da dependência química, da depressão e do desespero.Autoridades confundidas, valores invertidos.O mais grave é que já não se distingue com clareza quem deveria corrigir o erro daqueles que passaram a conviver com ele. Autoridades que deveriam defender o bem hesitam. Instituições que deveriam proteger a família se calam. E aqueles que ainda ousam falar em valores, fé, responsabilidade e bons costumes são rotulados como retrógrados.Mas a Palavra é clara:> “Se o fundamento é destruído, que poderá fazer o justo?” (Salmos 11,3)Quando o fundamento moral cai, o ser humano busca refúgio em falsas soluções — e o vício se apresenta como alívio imediato para uma dor profunda.Sobriedade segundo o Evangelho: verdade que liberta.A Pastoral da Sobriedade não trabalha com discursos fáceis nem com vitimismo. Seu método é direto e profundamente cristão: reconhecer a própria fragilidade, assumir responsabilidades, reparar danos e reconstruir a vida com disciplina, fé e compromisso diário. Não há libertação sem verdade.> “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8,32)Também não há transformação sem conversão:> “Se alguém está em Cristo, é nova criatura.” (2 Coríntios 5,17)A Pastoral acolhe, mas não é conivente. Ama, mas não relativiza. Corrige, porque amar é também chamar à mudança.Um chamado à consciência coletivaA presença da Pastoral da Sobriedade em Santa Helena é um sinal claro de que há dor escondida em muitos lares. Se há procura, há sofrimento. Se há sofrimento, há algo profundamente errado na forma como estamos vivendo como sociedade. Ignorar isso é fechar os olhos. Tratar a dependência apenas como estatística é desumanizar pessoas. O Evangelho nos chama à responsabilidade coletiva:> “Levai as cargas uns dos outros.” (Gálatas 6,2)Sobriedade não é apenas abandonar a droga. É recuperar a consciência, restaurar vínculos, reencontrar sentido e voltar a caminhar com Deus. Em tempos de confusão moral, ser sóbrio é um ato de resistência. Em tempos de mentira, viver ol Evangelho é um ato de coragem.Serviço*Pastoral da Sobriedade – Santa Helena/PR *Centro Pastoral Católico *Encontros semanais às 19h30 *Aberto a dependentes e familiares.AssinaturaAndré Lino Becker Cidadão santa-helenense, defensor da fé cristã, da família e da sobriedade como caminho de restauração pessoal e social.Sobriedade e paz, só por hoje, graças a Deus.

Por André Becker*

O Brasil vive uma crise que vai muito além da dependência química. O que se espalha diante de nossos olhos é uma crise espiritual, moral e civilizatória. Drogas, álcool, medicamentos e compulsões são apenas sintomas visíveis de um mal mais profundo: a perda de sentido da vida, da verdade e do bem.

Foi nesse cenário que nasceu a Pastoral da Sobriedade, no início dos anos 2000, inspirada na metodologia dos Doze Passos e sustentada pela fé cristã. Seu surgimento não foi ideológico, nem assistencialista, mas pastoral e profundamente evangélico: recuperar o ser humano por inteiro — corpo, mente, relações e espírito.

A Palavra já alertava:

“O meu povo perece por falta de conhecimento.” (Oséias 4,6)

Onde a verdade é abandonada, o vício encontra morada.

Hoje, essa missão também está presente em Santa Helena, com encontros semanais às 19h30, no Centro Pastoral Católico. Um espaço simples, mas onde se trava uma das batalhas mais urgentes do nosso tempo: a luta pela sobriedade e pela dignidade humana.

Quando o errado vira normal

A dependência não nasce no vazio. Ela é fruto de um ambiente que normalizou o errado, relativizou o ilícito e ridicularizou qualquer referência moral sólida.

Vivemos dias em que o excesso virou virtude, a irresponsabilidade virou direito e a correção virou opressão. O que antes envergonhava, hoje é exibido. O que antes protegia, hoje é combatido. A família, base da formação humana, foi enfraquecida. A autoridade, desacreditada. O sofrimento, silenciado com substâncias.

A Escritura descreve com precisão este tempo:

“Cada um fazia o que achava certo aos seus próprios olhos.” (Juízes 21,25)

Esse é o terreno fértil da dependência química, da depressão e do desespero.

Autoridades confundidas, valores invertidos.

O mais grave é que já não se distingue com clareza quem deveria corrigir o erro daqueles que passaram a conviver com ele. Autoridades que deveriam defender o bem hesitam. Instituições que deveriam proteger a família se calam. E aqueles que ainda ousam falar em valores, fé, responsabilidade e bons costumes são rotulados como retrógrados.

Mas a Palavra é clara:

“Se o fundamento é destruído, que poderá fazer o justo?” (Salmos 11,3)

Quando o fundamento moral cai, o ser humano busca refúgio em falsas soluções — e o vício se apresenta como alívio imediato para uma dor profunda.

Sobriedade segundo o Evangelho: verdade que liberta.

A Pastoral da Sobriedade não trabalha com discursos fáceis nem com vitimismo. Seu método é direto e profundamente cristão: reconhecer a própria fragilidade, assumir responsabilidades, reparar danos e reconstruir a vida com disciplina, fé e compromisso diário.
Não há libertação sem verdade.

“Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8,32)

Também não há transformação sem conversão:

“Se alguém está em Cristo, é nova criatura.” (2 Coríntios 5,17)

A Pastoral acolhe, mas não é conivente. Ama, mas não relativiza. Corrige, porque amar é também chamar à mudança.

Um chamado à consciência coletiva

A presença da Pastoral da Sobriedade em Santa Helena é um sinal claro de que há dor escondida em muitos lares. Se há procura, há sofrimento. Se há sofrimento, há algo profundamente errado na forma como estamos vivendo como sociedade.
Ignorar isso é fechar os olhos. Tratar a dependência apenas como estatística é desumanizar pessoas.
O Evangelho nos chama à responsabilidade coletiva:

“Levai as cargas uns dos outros.” (Gálatas 6,2)

Sobriedade não é apenas abandonar a droga. É recuperar a consciência, restaurar vínculos, reencontrar sentido e voltar a caminhar com Deus.
Em tempos de confusão moral, ser sóbrio é um ato de resistência.
Em tempos de mentira, viver ol Evangelho é um ato de coragem.

Serviço

*Pastoral da Sobriedade – Santa Helena/PR
*Centro Pastoral Católico *Encontros semanais às 19h30
*Aberto a dependentes e familiares.

Sobriedade e paz, só por hoje, graças a Deus.

*André Lino Becker
Cidadão santa-helenense, defensor da fé cristã, da família e da sobriedade como caminho de restauração pessoal e social.

Fonte Extra

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