Há alguns dias a notícias de um Pitbull ter matado um bebê no litoral paulista, estarreceu o país, pois o animal vivia há 7 anos com a família.
Ainda em maio deste ano, em Campinas, um tutor morreu depois de ser atacado pelo próprio Pitbull. E assim, praticamente todos os dias, histórias destas se repetem, apesar de existir a lei da focinheira no Paraná e noutros estados brasileiros.
Antigamente o Buldog era o cão dos mais temidos… Depois, cruzaram o Bulldog inglês antigo e o Terrier e deu no que deu: um cachorro violento, cujos registros de ataques em pessoas e outros animais, espocam no mundo afora.

Bombeiros tiveram que agir para capturar a fera (Correio do Lago)
]Todos se admiram quando observam estes casos na mídia nacional, mas isso pode acontecer no quintal de cada um de nós e deve servir de alerta para aumentar os cuidados a respeito.
Apesar de ser o dia do santo protetor dos animais, o 4 de outubro foi fatal para um cachorrinho numa casa em Santa Helena. Nem a adolescente que estava na casa e tentou e nem São Francisco resolveu.
O cão, que provavelmente havia fugido de seus tutores, foi recolhido e o assunto, ainda vai dar pano pra manga, pois no estado do Paraná há leis que tornam o uso da focinheira obrigatório para cães de raças consideradas perigosas e/ou com mais de 20 kg em locais públicos, exigindo também coleira e guia curta.

Bebê Hieda Pariz Hildebrand morreu após ser atacada por cão da família em Leme no interior de São Paulo — Foto: Arquivo pessoal/ Gustavo Nolasco/EPTV
Fonte Extra com inf. Correio do Lago







