A mídia brasileira se cala diante de uma atrocidade que vem acontecendo contra milhares de famílias que foram assentadas pelo próprio Incra agora sofrem com a ameaça de despejo, sem nunca terem tido sua situação regularizada.
“No Brasil atual, o certo é errado e o errado é certo. Ninguém aguenta mais esta bagunça institucional. Somos tratados como bandidos”, reclama um dos produtores da região do distrito de Castelo dos Sonhos, pertencente a Altamira no Pará.
A denúncia está sendo feita por Vinícius Borba (vídeo), um advogado e liderança dos produtores rurais, que parece ser uma das poucas vozes que levanta a séria questão.
O desinteresse nesta legalização é do governo federal e também do estadual e pior que a falta da regulamentação, agora, estas famílias são tratadas como criminosas por ações do Ibama, mesmo sendo trabalhadores que vivem da terra, produzem para o país e não possuem outro meio de sobrevivência.
O governo avança com um plano silencioso, mas violento de desocupação da Amazônia Legal, colocando em risco milhares de famílias que apenas lutam por trabalho e dignidade. Um dos representantes dos produtores rurais, utilizou-se das redes sociais para dizer que não se pode mais aceitar tamanho e impiedoso retrocesso.
Durante esta semana que passou, no PDS Brasília, (Programa de Desenvolvimento Sustentável) em Altamira/PA, órgãos como INCRA, IBAMA e Polícia Federal chegaram de forma truculenta: sem aviso prévio, sem decisão judicial, sem documento algum, destruíram propriedades e ameaçaram dezenas de famílias na região do distrito de Castelo dos Sonhos do município de Altamira no Pará.
Foi na manhã da quinta-feira (21), que agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) realizaram uma operação truculenta do IBAMA em Castelo dos Sonhos, município de Altamira e pegou produtores rurais de surpresa. Isso tem provocado indignação devido ao modo que os servidores federais estão agindo.
O PDS Brasília abriga cerca de 330 famílias em 19,8 mil hectares. Pessoas que lutam para sobreviver no campo foram tratadas como criminosas, em total desrespeito à Constituição.
Fonte Extra







