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População de SH aprova massivamente gestão da saúde e parceria hospitalar no município

(Foto: Elder Boff/FE)

Pesquisa revela alto índice de satisfação com atendimento e reforça impacto vital do hospital local

Um levantamento oficial apontou que 83,6% dos moradores aprovam a parceria entre a Prefeitura e o Hospital Micheletto. A pesquisa de satisfação, realizada com 180 entrevistados, avaliou os serviços do Pronto-Socorro, internamento e maternidade.

No setor de internamento, a média geral atingiu nota 9,8, destacando-se pela excelência em limpeza e agilidade da enfermagem. Além disso, 97,5% dos pacientes classificaram a atenção médica como boa ou excelente durante as consultas e procedimentos.

No Pronto-Socorro, o primeiro atendimento ocorreu em até uma hora para a totalidade dos pacientes ouvidos durante a pesquisa. A grande maioria dos cidadãos considera que o investimento de recursos públicos no hospital é correto e traz compromisso real.

O impacto da unidade na cidade é tido como vital, pois 14 famílias afirmam que o socorro rápido salvou vidas. A população reforça que a ausência do hospital geraria graves riscos de vida e altos custos com deslocamentos.


Leia nota completa da assessoria:

A Prefeitura de Santa Helena, por meio da Coordenadoria de Gestão de Parcerias em Saúde da Secretaria de Saúde, concluiu três pesquisas de satisfação com usuários do Hospital Beneficente Moacir Micheletto. Os levantamentos foram feitos entre 14 de julho e 25 de setembro, com pacientes e acompanhantes do Pronto-Socorro, do internamento e da maternidade.

As pesquisas fazem parte da avaliação e monitoramento do Termo de Colaboração firmado entre o Município e a Associação Beneficente de Ensino, Saúde e Serviço Social (ABESSS), mantenedora do hospital. Pelo termo, a Prefeitura repassa recursos para o atendimento e acompanha se o serviço corresponde ao investimento. Os três relatórios trazem parecer favorável à continuidade da parceria.

No total, foram 180 questionários: 122 na pesquisa geral, 35 no internamento e na maternidade e 23 no Pronto-Socorro, aplicados durante o atendimento.

INTERNAMENTO COM NOTAS 9 E 10 – Todos os 34 pacientes e acompanhantes que deram nota ao internamento escolheram 9 ou 10. Foram 26 notas 10 e 8 notas 9, o que dá média de 9,8.

A limpeza foi avaliada como excelente ou boa por todos os 36 entrevistados, e a alimentação por 97,2%. Para 97,2%, a equipe de enfermagem atende sempre com agilidade, atenção e cordialidade. Entre os 13 pacientes que passaram por cirurgia, todos disseram ter recebido explicação clara sobre o procedimento, e 12 tiveram a dor controlada rapidamente.

MÉDICOS BEM AVALIADOS – Na pesquisa geral, 97,5% dos 122 entrevistados avaliaram o atendimento médico como bom ou excelente. Para 94,2%, o médico explicou o diagnóstico e o tratamento de forma clara. A recepção recebeu avaliação boa ou excelente de 87,7%.

TEMPO PARA O ATENDIMENTO – No Pronto-Socorro, todos os 23 pacientes ouvidos durante o atendimento entraram em até uma hora, e 12 foram atendidos assim que chegaram. Além disso, segundo o relatório, a maior parte do tempo de espera é por resultados de exames e observação, não o primeiro atendimento.

A enfermagem, na avaliação geral, teve 81,1% de notas boa ou excelente, e 18,9% de regular ou ruim.

O QUE A POPULAÇÃO PENSA DA PARCERIA – Dos 122 entrevistados, 83,6% avaliaram como boa ou excelente a decisão da Administração Municipal de trazer e manter o hospital na cidade. Ninguém avaliou como ruim.

Para 99,2%, a vinda do hospital reflete compromisso real com o bem-estar da população. Entre os 22 que avaliaram a aplicação dos recursos, 21 consideram o investimento correto, e 15 deles defendem que o Município fiscalize bem onde o dinheiro é aplicado.

O HOSPITAL NA VIDA DAS FAMÍLIAS – Das 86 famílias que já usaram o Pronto-Socorro, 14 afirmam que o atendimento salvou vidas ou evitou sequelas graves. Todos os 122 entrevistados disseram que o fechamento do hospital teria impacto alto ou devastador para a família.

A principal preocupação, para 59%, seria o custo e o cansaço de viajar para se tratar em outra cidade. Para 40,2%, seria o risco de morte por falta de socorro rápido em casos como infartos e acidentes.



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Elder Boff/FE com inf. Assessoria

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