Ordem partiu de ministro do STF nomeado por Bolsonaro
O ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, foi preso nesta quinta-feira (13) durante uma operação da Polícia Federal (PF) que investiga um esquema de descontos ilegais em aposentadorias e pensões de beneficiários do INSS.
Quando o assunto aflorou, o presidente Lula pediu para o ex-ministro Carlos Lupi, para demitir Stefanutto ainda no mês de abril.
A ação faz parte da nova fase da Operação Sem Desconto, deflagrada pela PF em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), que apura a atuação de uma organização criminosa responsável por aplicar descontos associativos não autorizados em benefícios previdenciários.

Alessandro Stefanutto… atrás das grades (Reprodução)
Stefanutto havia sido afastado da presidência do INSS no início do ano, quando o escândalo veio à tona, e demitido oficialmente em abril, após as primeiras investigações apontarem irregularidades no órgão.
A operação desta quinta-feira cumpre 63 mandados de busca e apreensão, 10 de prisão preventiva e outras medidas cautelares em 15 estados e no Distrito Federal. No Paraná também.
A prisão é uma das solicitadas pela CPMI que investiga a roubalheira a velhinhos e velhinhas nos descontos de seus proventos.
A ordem partiu do ministro do STF, André Mendonça, nomeado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para o Supremo Tribunal Federal.
Os investigados são suspeitos de estelionato previdenciário, corrupção ativa e passiva, inserção de dados falsos em sistemas oficiais, além de ocultação de patrimônio.
Fonte Extra com inf. Jovem Pan







