Por Elder Boff
Na sexta-feira, dia 4 de abril, o governador Ratinho Junior vai receber o ex-presidente Jair Bolsonaro para um almoço no Centro Cívico. O cardápio pode-se imaginar: Sucessão estadual e nacional.
Naquele dia vai acontecer também, um evento para prefeitos e vereadores do PL.
Ratinho tem aparecido muito bem nas pesquisas, inclusive uma do Instituto Futura, xodó do empresariado, ele tem 40,6% e Lula, 37,2% em simulação de 2º turno.
Se Bolsonaro continuar inelegível e porventura Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo não for candidato, a chance de Ratinho Junior ser o nome de centro para a corrida presidencial, é palpável, possível.
Ratinho foi deputado estadual e federal por mais de um mandato cada, foi secretário de Estado e está no segundo mandato de governador. Cresceu dentro de rádio, conviveu no ramo de comunicação desde criança.
Se vangloria de ter sido operador de áudio (sonoplasta), principalmente depois que a então candidata ao Palácio Iguaçu, Cristina Graeml, falou em tom pejorativo esta parte do currículo do governador.

Ratinho quando era operador de áudio (sonoplasta). Foto: Reprodução
Com estas credenciais de quem pisou em “chão de fábrica” e com um cabo eleitoral do tamanho do seu pai, o apresentador Ratinho e se ainda, angariar a simpatia de Bolsonaro que vai influir diretamente nas decisões de candidaturas, o Paraná poderá sim, ter um presidente da República, o que ainda, pelo que sei, nunca aconteceu.
Foto: Divulgação








