Por Elder Boff*
As coisas que mais prendem a atenção das pessoas passam pelo cômico ou trágico. Quando existe a mistura dessas duas abordagens então, a fórmula está perfeita. Há uma tragédia estabelecida há muito tempo no país, que se aprofundou ultimamente e que aflora neste momento.
Estamos falando da corrupção que se faz cercar de um turbilhão de outros acessórios que envolvem propina, tráfico de influência, altas festas, regalias, prostituição de luxo e tantas outras malandragens.
O caso do Banco Master está pondo no chinelo escândalos que pareciam que jamais seriam suplantados. Pois o foram. Rachadinhas, Mensalão e Petrolão, por exemplo, são casos que poderiam passar na matiné, perto do que hoje se apresenta em relação ao gangsterismo ousado de Daniel Vorcaro, o homem que pode implodir o Brasil, se não o matarem antes.
E como falamos no início, se fosse um filme ou uma peça teatral, a classificação seria como drama, tragédia, pornô? Não sei. Mas, pela comédia talvez faça boa parte dos brasileiros que ainda não se atentaram para o que está acontecendo, tentar entender o que se passa.
O Guri de Uruguaiana é um dos personagens humorísticos mais populares do Rio Grande do Sul, interpretado pelo humorista, músico e ex-publicitário porto-alegrense Jair Kobe. Criado em 2001, o personagem é famoso por parodiar o “Canto Alegretense” com diversas versões, usando boina, bigode e pilcha, e representa o estereótipo gaúcho com muito bom humor.
Kobe soube, mais uma vez dando vida ao Guri, contar com humor tragicômico, o enredo do caso do Banco Master, o maior escândalo econômico já produzido no Brasil. Assista:
Acesse a página do Guri de Uruguaiana:
https://ogurideuruguaiana.com.br/

* Elder Boff é articulista e editor-chefe do Fonte Extra








