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Sem ajuda federal, Governo do Rio faz a maior operação dos últimos tempos contra o crime organizado. Mais de 60 mortos

(CNN)

Governador do Rio chamou de “maldita” a “ADPF das Favelas”, que limitou operações a casos urgentes; disse que o Estado está “sozinho” …

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), disse nesta terça-feira (28) que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) negou três pedidos de ajuda às Forças Armadas em operações policiais no Estado. Ele deu a declaração ao comentar a ação contra o Comando Vermelho nos complexos do Alemão e da Penha que já deixou 64 mortos até aqui.

A megaoperação policial contra o Comando Vermelho (CV) que deixou o Rio de Janeiro em estado de alerta nesta terça-feira (28) tornou-se pauta central na imprensa internacional. Veículos de comunicação de diversos países descreveram os confrontos nos complexos do Alemão e da Penha como “cenas de guerra”, destacando o alto número de mortos e a escalada da violência.

A ofensiva, que mobilizou cerca de 2.500 policiais e se tornou a mais letal da história do estado, com mais de 60 mortos, incluindo quatro agentes de segurança, e 81 presos, foi retratada com espanto pela mídia estrangeira.



Como repercutiu lá fora

O jornal britânico The Guardian afirmou que o Rio de Janeiro está “em guerra” e classificou a data como o “pior dia de violência da história” da cidade. A publicação destacou a declaração do governador Cláudio Castro, que classificou a situação como um enfrentamento ao “narcoterrorismo”. A agência de notícias Reuters, também do Reino Unido, chamou a atenção para o fato de a operação ocorrer pouco antes da cidade sediar eventos preparatórios para a cúpula climática da ONU, a COP30.

Na Argentina, os jornais Clarín e La Nación utilizaram a expressão “cenas de guerra” para descrever os confrontos. As publicações detalharam a resposta dos criminosos à ação policial, que incluiu intensos tiroteios e o uso de drones para atacar os agentes.

A inovação tecnológica do crime organizado também foi destaque em Portugal. O jornal Público noticiou que os traficantes utilizaram drones para lançar bombas contra as forças de segurança. A rádio francesa RFI, por sua vez, contextualizou a operação com dados sobre a violência no Rio, enquanto o espanhol El País focou na intensidade dos tiroteios e no grande efetivo policial mobilizado.

A megaoperação tinha como objetivo cumprir 100 mandados de prisão e conter a expansão territorial do Comando Vermelho na região. Entre os detidos estão lideranças da facção, como Thiago do Nascimento Mendes, conhecido como “Belão do Quitungo”, e Nicolas Fernandes Soares, apontado como operador financeiro de um dos principais chefes do grupo.

Os governos podem acabar com a territorialidade do narcotráfico?

Depois desta ação de hoje no Rio de Janeiro, visando combater a territorialidade dos traficantes em determinados setores da cidade, principalmente nos morros atacados, circulou nas redes sociais, uma mensagem do presidente de El Salvador Nayibi Bukele.

Publicada em seu canal do Instagram, Fernando Ulrich, mestre em Economia e uma das maiores autoridades do mercado financeiro brasileiro em macroeconomia, geopolítica e investimentos, a declaração do salvadorenho coloca um monte de reticências em relação à forma amistosa com a qual governos tratam o crime organizado. Veja abaixo:




























Fonte Extra com Jovem Pan

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