Cinco homens são investigados por trocarem mensagens em um grupo de WhatsApp que, segundo a investigação, teriam incitado violência contra o chefe do Executivo catarinense.
A Polícia Civil deflagrou, nesta segunda-feira (15), uma operação em três estados para apurar supostas ameaças de morte contra o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL). Cinco homens são investigados por trocarem mensagens em um grupo de WhatsApp que, segundo a investigação, teriam incitado violência contra o chefe do Executivo catarinense.
Os mandados de busca foram executados em Benedito Novo, no Vale do Itajaí (SC), Campina Grande e Cabedelo (PB), além das cidades paulistas de Álvares Machado e Matão. Durante a ação, celulares dos suspeitos foram apreendidos para análise pericial.
De acordo com a Polícia Civil, as mensagens foram enviadas na quinta-feira (11). O caso começou quando um servidor da prefeitura de Benedito Novo relatou no grupo que havia se encontrado com o governador. A partir daí, outros integrantes enviaram mensagens como “não esquece dos molotov”, “vê se essa faca tá afiada mesmo”, “não esquece de rodar depois, importante!!” e “enferrujada. E bem suja”.
A investigação foi iniciada no fim de semana e segue em andamento para apurar a responsabilidade dos envolvidos e o contexto das mensagens. O servidor relatou que, desde então, vem recebendo ameaças, além da divulgação de dados pessoais seus e de familiares. Ele afirma que todas as ocorrências estão sendo registradas junto às autoridades competentes.
O Jornal Razão conversou com exclusividade com um dos autores da mensagem, que alegou que os prints divulgados foram “tirados de contexto”.
Ele acrescentou ainda: “Minha segurança e de minha família estão em ameaça simplesmente por nada”. Em outra fala, explicou que logo após mencionar o encontro, outros participantes ironizaram: “Logo, participantes do grupo ironizaram o encontro, fazendo os comentários que estão no print e todos viram”.

Fonte Extra com Jornal Razão







