A confirmação da captura de Nicolás Maduro pelo governo de Donald Trump na madrugada deste sábado (3) provocou manifestações e comemoração entre venezuelanos que vivem em diversos locais do mundo, como no Chile, Argentina, Peru, Brasil, Estados Unidos e em países da Europa.
Em diversos pontos do planeta, grupos se reúnem em praças e avenidas para celebrar o que consideram “o fim de um ciclo marcado por autoritarismo, crise econômica e repressão política na Venezuela”.
Enquanto isso, na contramão da comemoração dos próprios venezuelanos que tiveram que fugir do país, líderes petistas no Congresso e na alta cúpula, como o presidente Lula e o ministro Boulos, criticaram a ação estadunidense na Venezuela e a captura de Maduro.

(InvestBR)
A esquerda se une para contestar a libertação do povo venezuelano da fome e da miséria e da tirania do agora ex-ditador Nicolás Maduro.

Venezuelanos comemorando na Flórida/EUA (reprodução mídias sociais)
Niurka Meléndez, que deixou a Venezuela em 2015 e hoje vive em Nova York, celebra a queda de Maduro mas recomenda cautela. Cofundadora da ONG Venezuelans and Immigrants Aid, ela ressaltou que o país enfrentava “uma crise humanitária”.
“Para nós, é apenas o começo da justiça que precisamos presenciar”, afirmou por telefone. O país alcançara um “ponto de ruptura” após anos de deslocamentos forçados, repressão, fome e medo. Meléndez pede ajuda humanitária internacional: “Remover um regime autoritário cria a possibilidade – não a garantia, mas a possibilidade – de reconstruir uma nação baseada em justiça, estado de direito e salvaguardas democráticas.”
FE com Notícias do Planalto (sobre Flórida)







