Por Elder Boff*
O Brasil finalmente se encaminha para mudar seus rumos e desenhar um novo horizonte político. Com a iminente e esperada vitória de Flávio, o Sul do país e especialmente o Paraná se distanciam do risco de verem reeditada a estrutura do governo Lula.
Como já havia alertado em vídeo anterior — amplamente contestado pela militância petista —, quem ama o seu estado precisa colocar a mão na consciência e votar consciente. Afinal, seria desastroso para o Paraná enfrentar um governo federal gerido pelo juiz da Lava-Jato que colocou o atual presidente na cadeia.
Em estados como Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde a maioria esmagadora da população é de direita, a continuidade desse cenário deixaria a região alijada do básico. As grandes artérias viárias, como a BR-163, a BR-101 e a BR-277, continuariam com pistas simples, ceifando vidas diariamente por falta de investimentos.
O Sul produtivo não pode mais ficar à mercê de uma gestão inócua, que persegue e condena quem trabalha duro para sustentar a economia. Essa força também vem da agricultura familiar e do pequeno proprietário, que precisam de valorização real e de uma perspectiva de futuro muito melhor.
Por expor essas verdades, fui achincalhado, xingado e ameaçado por figuras extremistas em nosso município. No entanto, jamais me curvei diante de covardes anônimos — dos quais guardo tudo devidamente catalogado e registrado via prints, não por vingança, mas para minha própria proteção.
Um cidadão conhecido por apoiar o ilícito e ser fã de contrabandistas e traficantes imaginou que conseguiria me intimidar. Ledo engano: sua atitude vil só me incentivou a continuar contribuindo para transformar a realidade deste país gigante e repleto de oportunidades.
O Brasil cansou da dicotomia que divide pobres contra ricos, negros contra brancos e nordestinos contra sulistas, fomentada por mentes fracas que aplicam a máxima de dividir para governar. Este domingo marca um ponto de virada histórico na nossa trajetória política.
A partir do próximo ano, nossa postura será de cobrança intransigente perante os novos governantes. Seguirei fiel aos meus princípios de fiscalização independente, pois nunca tive e jamais terei político de estimação. Nem cachorro tenho.

* Elder Boff é articulista e editor-chefe do Fonte Extra






