A secretaria que comanda as questões ligadas ao abastecimento em Santa Helena é a Agricultura.
Determinado, a pedido do prefeito Dinho Maraskin, o secretário da pasta, Daniel Moro, está focado na resolução dos gargalos do abastecimento de água e os problemas antigos tendem a ser resolvidos um a um.
Mesmo sem parar outros programas que atendem o produtor rural, que ajudaram a elevar o município ao topo do PIB do agronegócio, com o quarto VBP do Paraná, Moro se dedica a resolver os estes problemas.

Há décadas, a Sanepar rege a questão da água e esgoto em Santa Helena, mas não em todo o município. A estatal atende a cidade e o perímetro urbano de Moreninha, sede do distrito do mesmo nome. O entorno da cidade (chácaras e conjuntos habitacionais) também passarão para a empresa pública de economia mista. Notificação neste sentido, já foi feita para a prefeitura local.
O Município, por sua vez, fornece água gratuita para todos os outros lugares, incluindo distritos e outras localidades do interior. Em Sub-Sede, a comunidade se uniu e cobra uma pequena taxa de consumo para gerir a água.

O uso sustentável da água, principalmente para os que são atendidos pela prefeitura, foi tema de debate entre poder público e sociedade, num encontro na câmara de vereadores em Santa Helena na manhã desta quinta-feira (20).
O debate girou em torno da preservação e a recuperação dos recursos hídricos do município, buscando soluções para o curto, médio e longo prazo.
Presença do prefeito Dinho Maraskin, equipes das secretarias municipais, representantes da Itaipu, Adapar, UFPR, Acisa, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, empresários e sociedade civil organizada.
Na avaliação do prefeito Dinho, foi um debate muito produtivo: “Com planejamento e ações concretas, tenho certeza que vamos resolver as demandas atuais e reduzir os problemas futuros”, destacou.
Como sugestão, a criação de uma comissão para fiscalização do uso adequado da água, recuperação e preservação de nascentes, Identificação de poços já perfurados que estão desativados ou subutilizados, bem como a ativação de poços artesianos nas propriedades rurais.

Gargalos e soluções
Ainda em dezembro do ano passado, Eduardo Demenighi, secretário de Planejamento, dizia que a falta de água em São Roque era agravada por redes antigas e pela ausência de reservatórios.
Para resolver o problema, está sendo instalado um reservatório com capacidade para 100 mil litros, além de uma nova adutora que conectará o poço ao reservatório, dizia. A questão do consumo, que aumentou muito, não teve o acompanhamento deste progresso, sem contar a má gestão particular da água por alguns proprietários que se utilizaram do precioso liquido, muito além a que se deve.
O secretário também destacou na ocasião, que a falta de caixas d’água nas residências agrava a situação. Caixas com 250 ou 500 litros, pelo menos, garantem o abastecimento em casos de emergência.
Outras localidades
Vila Celeste: Reservatório já executado e em fase de interligação com a rede e troca de canos com bitola maior.
Esquina Céu Azul: Reservatório de 150 mil litros em construção, com substituição completa da rede antiga.
São Clemente e Jardim das Flores: Substituição da tubulação inadequada concluída, instalação de mais reservatórios, com isso praticamente resolveu a demanda.
Já está em processo licitatório a resolução para Sanga Natal e Santa Clara, através de convênio com a Itaipu e projetos bem adiantados para melhorar a distribuição de água em Linha Vera Cruz, São Vicente Chico, IBC, São Brás e São João.
Ou seja, muitos sistemas e redes de água antigos, alguns remetendo há mais de 30 anos, estão em processo de troca e modernização.
Fonte Extra com inf. e fotos Assessoria PMSH







