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Datafolha: Flávio Bolsonaro tem 46% e Lula, 45%, no segundo turno

O presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro: disputa acirrada (Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil/Carlos Moura/Agência Senado/Divulgação)

A mais recente pesquisa do Datafolha, divulgada neste sábado, 11, desenha um cenário de disputa apertada para a eleição presidencial de 2026. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece numericamente atrás do senador Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno, com 45% contra 46% das intenções de voto. Apesar da inversão, o resultado configura empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos percentuais e marca a primeira vez que o parlamentar surge à frente do petista em um levantamento do instituto.

No primeiro turno, Lula ainda mantém vantagem, com 38% contra 32% de Flávio Bolsonaro, uma diferença de seis pontos. O dado, no entanto, reforça a tendência de encurtamento da disputa: em dezembro, o presidente chegou a abrir 15 pontos de vantagem sobre o adversário, indicando uma mudança relevante no humor do eleitorado ao longo dos últimos meses.

O levantamento também traz novos elementos ao incluir outros nomes no radar da corrida presidencial, como o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o de Minas Gerais, Romeu Zema. Nos cenários testados para o segundo turno, ambos aparecem competitivos contra Lula, ampliando o leque de possibilidades para 2026 e sugerindo uma disputa menos polarizada do que em pleitos recentes.

Além das intenções de voto, a pesquisa revela um pano de fundo de desconfiança institucional. Cerca de 69% dos entrevistados afirmaram sentir algum grau de insegurança em relação ao processo eleitoral. O levantamento também aponta piora na avaliação de instituições como o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF), o que ajuda a explicar o ambiente de maior volatilidade política captado pelos números.

Com a corrida ainda em estágio inicial, os dados indicam um cenário aberto, em que a vantagem de Lula já não é mais confortável e novos atores começam a ganhar espaço, tornando a disputa de 2026 mais imprevisível do que se desenhava até pouco tempo atrás.

Simone Blanes/Veja

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