Complexo industrial muda realidade do município com o fomento à produção de proteína a partir da carne suína, geração de emprego e renda.
Assista reportagem do jornalista José Macedo do Correio do Lago com o empresário Egidio Valiati:
(Reportagem de José Macedo/C. Lago)
O complexo industrial, projetado sob os mais rígidos padrões internacionais de segurança e automação, prevê a geração de cerca de mil empregos diretos, consolidando-se como um novo motor de desenvolvimento econômico local e regional.
É a nova planta da Frivatti em Santa Helena, PR, uma empresa do oeste paranaense, referência no setor agroindustrial da suinocultura. A marca é composta por três unidades especializadas: Frivatti Industrial, dedicada ao processamento e abate; Frivatti Genetic, que se ocupa da disseminação de genética avançada e inseminação de suínos para garantir o abastecimento da cadeia; e Frivatti Agro, responsável pela produção de ração de alta qualidade e pelo suporte aos produtores parceiros, com assistência técnica e orientação contínuas.
Com excelência produtiva e compromisso com padrões internacionais de qualidade, a Frivatti, sob o comando do empresário Egidio Valiatti, atende mercados exigentes na África, Europa e Ásia. Com modelo de produção verticalizada e rastreável, permite aumentar o Market Share oferecendo cortes suínos de alto padrão, consolidando a marca como sinônimo de confiança e segurança alimentar em diversos continentes.
Com investimentos que saltaram do planejamento inicial de R$ 300 milhões para os atuais R$ 400 milhões, a estrutura se destaca pela substituição de processos manuais por tecnologia de ponta. O redesenho da operação foi feito priorizando a segurança do trabalhador nas funções de maior risco e esforço físico.
A planta industrial foi dividida de maneira estratégica entre as zonas “suja” e “limpa”, garantindo o controle sanitário exigido para o mercado externo. A área de desossa, por exemplo, contará com um sistema dinâmico de esteiras integradas, no qual os operadores realizarão intervenções rápidas e sequenciais. “O modelo de desossa dinâmica diminui o desgaste e a repetição, aumentando significativamente a produtividade e a segurança em relação ao método convencional”, detalha Egidio Valiati.
Outro diferencial tecnológico é o inédito sistema de escaldagem e depilação por pressão de vapor, importado da Espanha, no qual apenas a cabeça do animal entra em contato com a água. O complexo também abrigará uma câmara de estocagem automatizada e robotizada, operada por transelevadores, com capacidade para 10 mil posições ou 10 milhões de quilos de produto acabado.
Segundo o empresário, a meta é iniciar as operações com o primeiro turno de trabalho até 2028, processando 4.800 animais, e atingir a capacidade máxima com o segundo turno até 2030, totalizando 9.600 animais por dia.
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A empresa participa efetivamente de feiras e exposições. (Divulgação)
Elder Boff/Fonte Extra com José Macedo/Correio do Lago







