Enquanto o governo sabota projetos para socorrer produtores rurais e até chama a renegociação das dívidas de “pauta-bomba”, Lula deu sinais de que vai manter o opulento padrão na viagem que inventou, diz que de última hora, a Paris (França) para participar do G7.
O pagador de impostos vai bancar fatura de R$480.542,20, isso só com carrões para a comitiva do petista zanzar por lá. Se por aqui a ANAC até parou atividades por falta de dinheiro, por lá, as limusines já estão até pagas.
O Itamaraty contratou a V&D Luxury, que só trabalha com modelos top de linha da Mercedes, sedans ou vans. Além do chofer, claro.
No site, a empresa oferece limusines para clientes de alto padrão com a mensagem “Torne sua viagem tão luxuosa quanto seu destino”.
O Itamaraty também já mandou alugar “salas” de apoio para Lula, que ainda está a quase 9 mil quilômetros de Paris,
São dois espaços, a “Salle du Conseil”, para 10 pessoas, e a “Salle des Arcardes”, para 30 pessoas. A fatura é nossa: R$38.687,35.

(Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Podutores, entidades rurais e parlamentares contestam a versão de Lula (PT) e cia. de que a negociação das dívidas do campo seria uma “pauta-bomba”. Zucco (PL-RS) é direto: “bomba é o descontrole fiscal que o governo construiu nos últimos anos”.
O deputado argumenta que não é perdão de dívida, não distribui dinheiro, nem cria privilégio, apenas dá prazo para que produtores atingidos por crises climáticas possam pagar o que devem sem parar a produção: “O agro é solução, não problema”.
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“Se existe uma bomba para a economia, ela está em Brasília, na má gestão dos recursos públicos pela gestão petista”, dispara Zucco.
Sanderson (PL-RS) destaca que o setor produtivo precisa de condições para seguir produzindo, gerando empregos e movimentando a economia.
Claudio Humberto/Diário do Poder








