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Moro em vídeo, critica fortemente decisão de Moraes de barrar dosimetria. Mães de filhos menores continuam presas

(Mídias sociais/fotocomposição FEIA (Fonte Extra Int. Art.)

O senador Sérgio Moro (PL-PR) criticou duramente a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu a chamada “Lei da Dosimetria” num despacho em pleno sábado (9), véspera do Dia das Mães. (Vídeo abaixo)

Relatos indicam que ainda haveria mães de filhos menores de idade presas devido aos atos de 8 de janeiro de 2023. Algumas, como Juliana, Ana Flávia, Jaqueline, Josilaine, Débora e Edineia, foram citadas entre as que continuam encarceradas.

Com base em atualizações judiciais e relatos de defesas até o Dia das Mães de 2026, veja a situação atual de cada uma:

  • Ana Flávia (Ana Flávia de Souza Monteiro Rosa): Encontra-se em prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica. Ela havia sido condenada a 14 anos de prisão e chegou a ser presa preventivamente novamente em 2024, mas em outubro de 2025, o ministro Alexandre de Moraes concedeu a domiciliar humanitária devido à extrema vulnerabilidade de seu filho de 8 anos e ao agravamento de seu quadro de saúde (depressão e hipertensão).
  • Juliana (Juliana de Barros): Segue presa em regime fechado na penitenciária de Luziânia (GO). Foi condenada a 17 anos de prisão e teve sua prisão preventiva decretada em fevereiro de 2025 por “receio de fuga”. Ela é mãe de três filhos: uma menina de 7 anos com problemas cardíacos, um menino de 9 com asma e um adolescente de 17 anos.
  • Jaqueline (Jaqueline Freitas Gimenez): Continua presa, cumprindo pena na Penitenciária Feminina de Juiz de Fora (MG). Foi condenada a 17 anos de prisão. Ela é mãe de duas crianças (um menino de 7 anos e uma menina de 10) e sua defesa relatou dificuldades de contato com advogados devido a restrições burocráticas regionais.
  • Débora (Débora Rodrigues dos Santos): Permanece presa em Rio Claro (SP). Conhecida por pichar a estátua da Justiça, ela é mãe de dois filhos (9 e 6 anos) que chegaram a gravar vídeos pedindo sua soltura. Sua defesa apresentou diversos pedidos de prisão domiciliar que foram negados pelo STF sob a justificativa de que sua presença não seria “indispensável” ao cuidado dos filhos.
  • Josilaine e Edineia: Ambas permanecem presas em regime fechado. Elas fazem parte do grupo de mães com filhos menores de 12 anos cujos pedidos de conversão para prisão domiciliar ainda não foram atendidos pela justiça até o momento

Coragem de criticar Moraes

A nova legislação, fruto de derrubada de veto do presidente Lula pelo Congresso, reduzia penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro. Moro contestou a suspensão, afirmando que a lei tem presunção de constitucionalidade e não deveria ser travada.

(Facebook)


Ele classificou os pedidos de suspensão como ações movidas por “associações satélites do PT“, argumentando que os presos do 8/1 têm pressa e que as penas aplicadas são “exacerbadas”.

Moro afirmou que o Congresso agiu para corrigir penas consideradas exageradas pelo Judiciário e defendeu que a decisão soberana do Legislativo deveria ser respeitada de imediato.

A decisão de Moraes suspendeu a aplicação da lei até que o plenário do STF analise o mérito da questão, atendendo a pedidos de partidos como PT, PCdoB, PV e PSOL, que questionam a constitucionalidade da norma.


Elder Boff/Fonte Extra com inf. FEIA (Fonte Extra Int. Art.)

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