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O que se sabe até agora e o que falta esclarecer sobre a morte do santa-helenense Gilberto Schichl

Imagem: CG Notícias/Facebook/Gemini)

Caminhoneiro que teria ocasionado acidente fatal com ultrapassagem proibida, deverá responder por homicídio

Um grave acidente registrado na noite de quarta-feira (4), na rodovia BR-163, resultou na morte do santa-helenense Gilberto Schichl. A colisão frontal envolveu a caminhonete S10 que ele conduzia e uma carreta, no trecho entre os municípios de Guarantã do Norte e Matupá, no Norte de Mato Grosso, nas proximidades da entrada da Comunidade 60.

De acordo com as apurações preliminares e registros em vídeo encaminhados pela imprensa local, a principal hipótese para a causa da tragédia é uma ultrapassagem proibida realizada pelo condutor do veículo pesado. O forte impacto frontal provocou a morte instantânea do motorista da caminhonete ainda no local do sinistro.

As equipes de resgate da concessionária Via Brasil, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (POLITEC) foram acionadas para fazer o isolamento da pista e os procedimentos periciais. A Polícia Civil de Mato Grosso abriu inquérito para apurar a dinâmica exata e a responsabilidade criminal do caminhoneiro envolvido.

Gilberto Schichl bem conhecido em Santa Helena e região, por atuar como caminhoneiro há bastante tempo, além de ser esposo de Margarete Schichl, servidora pública municipal.

Por uma trágica ironia do destino, ele, que dedicou anos de sua vida profissional às estradas atuando como caminhoneiro, acabou sendo vítima fatal do trânsito na mesma rodovia.

Após o término dos trabalhos periciais na pista, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) da região para os exames necroscópicos necessários e emissão da declaração de óbito. Os trâmites burocráticos para a liberação oficial ocorrem em conjunto com a assistência funerária responsável.

A dura espera de familiares e amigos pelo traslado

A partir da liberação do IML da região, será feita a logística do traslado do corpo do Mato Grosso até o Paraná, que envolve uma longa travessia interestadual. Hoje pela manhã, segundo informações de fontes ligadas à família, havia dúvida se o traslado seria feito de automóvel, o que demoraria cerca de 30 horas, ou de avião, se houver essa possibilidade.

As definições sobre horários de chegada, local do velório e sepultamento no município de Santa Helena devem ser confirmadas assim que o transporte for liberado pelas autoridades locais.

O trágico fato causou profunda comoção entre familiares e amigos em Santa Helena, além de reacender os alertas sobre os perigos do tráfego e os constantes registros de imprudência na BR-163, um dos principais corredores de escoamento de safras do país.



Veja o que foi publicado antes:



Falece santa-helenense Gilberto Schichl de acidente no MT (vídeo)

Elder Boff

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