Ex-vereador voltou ao legislativo para explanar a respeito da luta pelo reforça na energia elétrica
Após quatro anos e dez meses, o ex-vereador Francisco Gayozo retornou à Câmara Municipal (Junta Municipal) de Mbaracayú, departamento de Alto Paraná, Paraguai, para tratar de um projeto crucial ao desenvolvimento do município: a construção da nova subestação de energia da ANDE.
A pauta envolveu o fracionamento de dois hectares doados pela família de Aldo Maier. Analisado em regime de urgência, o projeto foi aprovado por unanimidade pelos vereadores presentes, garantindo um passo fundamental para o crescimento local.
A presença de Gayozo — que atualmente é pré-candidato ao mesmo cargo — na reunião do Legislativo é emblemática. O cenário político atual tem se mostrado favorável para destravar demandas antigas que empacavam o progresso regional, como a própria subestação, obra que poderia estar em funcionamento há mais tempo para conter os graves problemas de falta de energia na região.
A eleição de Mateo Faria para o mandato interino de prefeito na localidade vizinha a Santa Helena abriu caminho para a união de forças políticas, deixando de lado divergências partidárias que muitas vezes atrapalham o avanço local. Faria, que é do Partido Colorado, assumiu o comando do Executivo por um período curto graças ao amplo apoio conquistado foram de suas hostes políticas. Essa sucessão foi fruto de uma aliança suprapartidária que pode sinalizar os rumos do pleito de 4 de outubro.
O grupo de oposição na Junta Municipal de Mbaracayú é liderado pelo agricultor, empresário e atual concejal Adejaime Pavei, que disputará a prefeitura com a ex-prefeita Nanci Algarin. Nanci licenciou-se do cargo por exigência legal para concorrer ao pleito, após vencer Mateo Faria nas prévias coloradas.
Para os municípios brasileiros da Costa Oeste do Paraná — em especial Santa Helena, devido ao seu porto internacional —, é fundamental acompanhar a movimentação política no lado paraguaio.
Essa dinâmica impacta diretamente Mbaracayú, onde fica o Porto Índio, e outras cidades estratégicas para as relações comerciais, sociais e familiares, considerando os laços de parentesco e negócios que unem as populações dos dois lados da fronteira.
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(Divulgação/arquivo FE)
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Elder Boff/Fonte Extra







