O mega-assalto em Santa Rita, no Paraguai, ocorreu na madrugada de terça-feira (16 de junho de 2026), onde uma quadrilha sitiou o centro da cidade e usou explosivos para destruir agências bancárias.
Uma ação do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON) resultou na apreensão de um veículo carregado com explosivos e na prisão de dois homens na madrugada deste sábado (20), no distrito de São José do Itavó, em Itaipulândia.
Segundo informações preliminares, durante a abordagem de rotina, os policiais localizaram diversos artefatos explosivos no interior do automóvel. Os dois ocupantes foram detidos imediatamente pelas autoridades
A conexão direta com Itaipulândia e a região de fronteira no Paraná se confirmou logo em seguida:
- Fuga pelo Lago de Itaipu: No dia 18 de junho, veículos queimados foram encontrados às margens do Lago de Itaipu, na região de Itaipulândia. A principal linha de investigação das polícias brasileira e paraguaia é de que os criminosos (uma parte composta por brasileiros) usaram barcos para cruzar o lago logo após o crime e abandonaram os carros incendiados no lado brasileiro para apagar pistas.
- Uso de Explosivos: Durante o ataque em Santa Rita, o grupo usou dinamite e deixou inclusive artefatos não detonados para trás (como na Casa de Câmbio Santa Rita). As investigações e perícias nos veículos encontrados na costa de Itaipulândia buscam mapear os vestígios dos materiais e armamentos pesados utilizados na ação de estilo “novo cangaço”.
As forças de segurança da Tríplice Fronteira seguem em alerta máximo na região de Itaipulândia, Foz do Iguaçu e cidades vizinhas para localizar o restante do grupo e os materiais restantes.
Não há ainda, confirmação oficial sobre a questão dos explosivos em Itaipulândia e a relação direta com o caso de Santa Rita, PY.
Elder Boff








