Pessoas próximas ao homem de 34 anos, morto após ser baleado por um policial militar na madrugada de segunda-feira (12), no bairro Independência, em Medianeira, contestam a versão divulgada pela Polícia Militar. As alegações foram repassadas ao Fonte Extra por uma pessoa ligada à vítima, que pediu para não ser identificada.
Segundo essa fonte, o homem estava na casa da ex-companheira porque teria sido chamado por ela, e não porque tivesse invadido o imóvel, como consta no relato inicial. Ela afirma ter provas disso, mas elas não foram apresentadas à reportagem. A fonte diz ainda que o homem costumava ajudar com despesas da criança, que, segundo ela, não seria filha dele, ao contrário do que foi informado inicialmente.
A fonte também afirma que o policial que efetuou o disparo teria dado explicações diferentes sobre a reação do homem: uma no local, outra no boletim de ocorrência e outra para a divulgação à imprensa, fatos que devem ser apurados.
A versão da PM, de que o homem resistiu à prisão, agrediu um militar e tentou pegar a arma de outro policial, segue como a única oficial. A Polícia Civil e a Polícia Científica apuram as circunstâncias do caso.
O Fonte Extra mantém espaço aberto para manifestação da PM, da Polícia Civil, da família e das demais pessoas envolvidas.
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