Uma cena emocionante marcou o velório de Pedro Krug, morador de Blumenau de 70 anos, que faleceu na segunda-feira (27).
(Imagens obtidas diretamente de populares em mídias sociais)
Apaixonado por cavalos, o homem possuía uma égua, que foi levada até o caixão para se despedir do dono. Surpreendendo os presentes, Nina, como é chamada, relinchou e cheirou Pedro, como se entendesse se tratar do último adeus. Diante do episódio, amigos e familiares não conseguiram conter o choro.
Tio Pedro, como era conhecido, vivia no Garcia, em Blumenau, e era muito querido pela comunidade. O humorista Tiago Junkes, o “sargento Junkes”, escreveu uma homenagem a Pedro nas redes sociais:
“Verdadeira figura lendária da nossa região. Contador de histórias, amigo dos amigos e pau pra toda obra”, contou.
Pedro adorava os animais. Antes de Nina, teve o cavalo Pingo, que viveu por 33 anos. Frequentador assíduo de cavalgadas, era também goleiro amador. “Um grande homem, grande amigo”, afirmou um conhecido.
O velório ocorreu na segunda e o sepultamento, no Cemitério Canto do Rio, no bairro Progresso, foi na manhã da terça-feira. Tio Pedro estava se tratando de um câncer.

Animais, principalmente cães e gatos, sentem a morte dos tutores e vivenciam o luto, manifestando tristeza, apatia, perda de apetite e procura incessante pela pessoa.
Eles percebem a ausência pela rotina quebrada e alterações de odor, podendo sofrer com a mudança emocional.
Por mais que os cães e outros animais, não compreendam a morte como os seres humanos, o sentimento de perda pode ser profundo. Seja todo dia, quando os tutores saem para trabalhar, ou até mesmo em casos mais dolorosos, como falecimentos, os cachorros sentem por serem apegados a seus donos. A ausência repentina de quem fazia parte da rotina pode desencadear comportamentos ligados a sofrimento emocional.
Os cachorros não sentem luto no sentido humano, tendo consciência da morte, mas reagem à perda de outras formas. “Os cães são extremamente sensíveis e apegados à sua rotina, à convivência com outros animais e, principalmente, ao vínculo com seus tutores”, explica a veterinária Bárbara Lopes, da clínica Vet Smart, em Brasília.
Elder Boff/Fonte Extra com inf. ND+ e Metrópoles








