O sonho de muitos brasileiros que esqueceram dos problemas do dia a dia, foi-se pelo Haaland. Dois a zero para a Noruega. Quinta partida com eles, terceira derrota, nunca ganhamos.
Vai se consolidar a pior campanha de um selecionado do país numa Copa do Mundo.
Acabou, acabou, acabou…
“Um cara que marca mais gols do que partida pela seleção norueguesa não pode ser desprezado. Foram dois gols deste anômalo do futebol. Um gigante que tem destreza, Haaland enterrou o selecionado canarinho com dois gols.
Estamos fora da Copa do Mundo e o desgosto daquele 7×1 lá atrás contra a Alemanha, vai continuar perturbando nossa mente com um fantasma que nos assombra. Nunca mais conseguimos ver um time bacana, o qual conhecêssemos todos os jogadores.
Na perfilação da hora do hino, estava observando a cara de cada um dos jogadores brasileiros. Conheci só três ou quatro pelo rosto. E olha que gosto de futebol, mas esses caras não jogam aqui, a maioria do povo não sabe quem é.
Eu nunca tinha ouvido falar de Ryan por exemplo, não sei quem é direito Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães, Matheus Cunha, Gabriel Martinelli… Fomos acostumando nestas cinco partidas, mas antes, se cruzasse na rua por alguns deles, não conheceria…
É como música da Anita, da Ana Castela, é como Bortoleto na Fórmula 1… Não conheço música delas e não tenho fixado na mente a cara do cara da F1. Não sei quem é o astro do basquete brasileiro do momento, nem do futsal…
Pode ter certeza, a maioria do povo está igual ou pior que eu nesta carência de ver jogadores extraordinários às pencas, música boa, um cara chegando em primeiro nas corridas, um basqueteiro extraordinário, um mágico no futsal…”
(Elder Boff)








